Atins: O Que Fazer, Como Chegar e Onde Ficar – Lençóis Maranhenses

Atins Lençóis Maranhenses: O que fazer, como chegar, onde ficar

O que fazer em Atins, onde ficar, como chegar. Atins é uma boa opção de cidade base para percorrer os Lençóis Maranhenses, para quem quer mais tranquilidade do que em Barreirinhas.

Atins me lembrou bastante Jericoacoara. Uma Jericoacoara de antigamente. Se a proposta é curtir um lugar paradisíaco, acordar em Atins, em Lençóis Maranhenses, é uma experiência incrível. Assim como em Jericoacoara (que também faz parte de um roteiro denominado Rota das Emoções), Atins também tem ruas de areia, praia, lagoas e dunas. Mas ainda permanece quase desconhecido e de difícil acesso.

Foi nossa escolha, após passar alguns dias hospedado em Barreirinhas. Nossa viagem começou em Barreirinhas, onde fizemos os passeios tradicionais. No passeio pelo rio Preguiças optamos por ficar em Atins, um lugar especial que valeu muito a estadia. Conheci esse lugar por intermédio de uma amiga, que foi até lá durante sua viagem para os Lençóis Maranhenses.

O acesso é um pouco difícil sim, mas vale muito a pena passar uns dias por lá, curtindo um local paradisíaco, bem preservado e onde é possível alcançar dunas e praias apenas caminhando.

Veja também nesse post algumas fotos das praias, dunas e do incrível pôr do sol que vimos por lá. No final desse post, não perca algumas dicas de como aproveitar melhor a viagem para Atins.

Atins: O Que Fazer, Como Chegar e Onde Ficar – Lençóis Maranhenses

Dia 2 – Chegada em Atins, Uma Jeriocoacoara de antigamente e Hospedagem no Rancho do Buna

Atins – Como Chegar

Atins é uma das cidades dos Lençóis Maranhenses, que é bem mais tranquila e isolada que Barreirinhas.

Há três opções para Atins, partindo de Barreirinhas:

  • de barco de linha, levando mais de 5h de viagem;
  • de Toyota 4×4, 2h com locais, a estrada é de areia (o veículo sai pela manhã de área próxima a Veterinaria Corrêia de Barreirinhas e custo R$ 25,00 por pessoa, dependendo do movimento podem rolar saídas a tarde também, mas os horários são limitados então o melhor é agendar com sua pousada ou com agências de turismo locais);
  • de voadeira: para quem quer ir a qualquer horário e fechar uma voadeira particular, pode custar R$ 300,00. Para quem não pode gastar tudo isso, o negócio é se encaixar no passeio de barco pelo Rio Preguiças. 

Passeio de Voadeira até Caburé

Depois de muito pensar, decidimos pelo passeio via Caburé (R$ 60,00). Na agência de turismo São Paulo Ecoturismo, falamos com a Maria José que, também muito prestativa, nos reservou a ida e a volta (R$ 30,00 a mais para nos deixarmos e nos buscarmos em Atins, mais passeio Caburé – ida e volta). Ou seja, no final das contas saiu por R$ 150,00 por pessoa, mas incluía um passeio de R$ 60,00. De qualquer forma, é um valor muito próximo de ter fechado um voadeira particular, portanto vale negociar bem isso aí. Outra agência que também oferece o serviço é a Agência Alternativa Turismo.

Nesse caso do passeio, o trajeto até Atins leva cerca de 3 horas, já que inclui paradas turísticas no caminho. Não leve muita bagagem, não vai ter espaço no barco com outros passageiros.

Há opção também em ir direto de São Luís, sem precisar passar por Barreirinhas, foi a opção que o nosso amigo Rafael Fraga adotou. Nesse caso o valor é de R$ 650,00 em veículo privativo (que comporta até 4 pessoas), por trajeto. 

Chegando em Atins

Chegando em Atins de voadeira, o desembarque é na praia mesmo

O contato inicial com Atins é bem interessante. Chegamos lá por volta das 14h.

A voadeira desembarca na praia mesmo, não há pier nem nada, e havia movimento de alguns locais descarregando coisas e poucos turistas, na maioria estrangeiros.

Fomos leves, apenas com uma mala pequena, já que no barco não cabia coisa muito maior mesmo. O resto deixamos na pousada em Barreirinhas.

Lá chegamos, ficamos esperando cerca de 15 minutos até que o carro da pousada chegasse para nos buscar. O transfer foi gratuito mas é imprescindível, já que o Rancho do Buna fica distante da praia.

Atins – Onde Ficar

Rancho do Buna

Uma boa opção de hospedagem é o Rancho do Buna, um lugar bastante rústico, onde em 2011 não encontramos ar condicionado, televisão ou frigobar nos quartos (aparentemente hoje a infraestrutura melhorou e eles já oferecem ar condicionado).

Os quartos são grandes, pequenos chalés. Em Atins também não rola internet. Em compensação, a pousada é um óasis de paz e tranquilidade, com muitos bichos e ótima comida. O atendimento também é simpático e cordial.

Alguns dos hóspedes do Rancho do Buna
O Rancho do Buna, embora rústico, e sofisticado no cuidado de seus espaços
Vida selvagem e linda no Rancho do Buna
Atins Rancho do Buna
Piscina e algumas bóias para relaxar

Ao chegarmos no Rancho do Buna, ficamos impressionados com a beleza da decoração e dos espaços. O lugar é povoado por diversos tipos de animais, desde cachorros até pavões. Outros bichos nos atormentaram mais à noite, como pernilongos e pererecas no quarto.

Mônica gerencia a pousada, é atenciosa e nos entregou a chave do quarto sem nem preenchermos nenhuma ficha.

As instalações e o contato com a natureza no Rancho do Buna

O quarto é enorme, mas Cleber ficou assustado porque não tinha TV nem chuveiro elétrico nem ar condicionado nem frigobar. Enfim, o lugar é rústico mesmo, “não tem” é o que mais ouviríamos durante nossa estada por lá.

Mônica nos alertou que a proposta ali era desligar-se do mundo, relaxar. É bom alertar mesmo, para que as pessoas não cheguem esperando esse tipo de conforto, não é a proposta em Atins. Mas depois os encantos e a paz do lugar compensam.

Ela também nos desenhou um mapa de Atins. Fechamos o passeio da Lagoa Verde para o dia seguinte e fomos para a piscina, que não estava muito limpa, tinha até lagartixas nadando. Mas enfim, natureza.

Pelo menos piscina tinha, embora também habitada por bichinhos… Ao fundo, um dos chalés da pousada, o que garante um pouco mais de privacidade para cada hóspede

Na parte de trás da pousada, tem a saída para um igarapé, que também fomos conhecer, com água dourada e limpa, onde na maré cheia barcos entram para deixar os passageiros no Buna.

Igarapé atrás da pousada, a cor da água é essa mesmo, dourada

Oceano Atins Casa Boutique

Essa foi a opção de hospedagem do nosso amigo Rafael Fraga. Ele comentou que adorou a pousada por ficar bem próxima da praia, pela atenção e simpatia dos funcionários e pelas refeições disponíveis no local (não inclusas), como a gastronomia italiana. O ponto negativo fica para a água corrente (chuveiro e pia), salobra.

Atins – O que fazer

Em Atins, você pode ir caminhando até as dunas, sem precisar de transporte (embora sejam 30 minutos de caminhada), ir até a Lagoa Verde (uma das únicas lagoas permanentes do Lençóis Maranhenses, ou seja, mesmo na época da seca ela está cheia),  ir até a Lagoa da Capivaria (mais profunda, que pode chegar até 2 metros de profundidade), Lagoa Tropical (menos apropriada para banho, mas muito bonita) ou Lagoa das Sete Mulheres e curtir uma praia, já que o povoado fica às margens da foz do rio Preguiças.

Nota: A Lagoa Verde transbordou e infelizmente não é mais um ponto que merece a visita em Atins. Felizmente, a região tem outras opções tão bonitas quanto.

Outra opção para quem curte camarão é o famoso camarão da Luzia, que fica no Canto dos Atins, mesmo lugar onde estão as dunas e metade do caminho para a Lagoa Verde.

Praia de Atins, na maré da baixa, que fica ainda mais interessante

Das Dunas dos Lençóis Maranhenses até a Praia de Atins

Fomos até o mar, em caminhada de cerca de 15 minutos a partir do Rancho do Buna. A praia estava com maré baixa, formando bancos de areia e podia se avistar de um lado o rio Preguiças e de outro praia a perder de vista.

O interessante em Atins é que além das dunas também é possível visitar o mar, portanto a região tem mais opções do que em Barreirinhas. Ao contrário de Barreirinhas, que é preciso contratar os passeios, aqui existem opções para ir a pé, como a praia de Atins ou o Canto do Atins, onde é possível explorar uma série de dunas e lagoas. Sem gastar nada. 

Compramos água em um mercadinho no caminho e depois ficamos na praia até o entardecer, com céu azul de brigadeiro, como eu gosto.

Na praia, fomos seguidos durante bastante tempo por um cachorro, que apelidamos de Rango, mas depois de quase 1 hora nos seguindo, ele desistiu de nós porque percebeu que não ia rolar comida.

Olha só um dos banhistas que encontramos na praia de Atins

Pôr do Sol em Atins

Para curtir o pôr do sol, há duas opções imperdíveis: uma é na própria praia de Atins, onde conferimos no primeiro dia. Outra opção é nas dunas do Canto de Atins. Por isso, se possível, fique pelo menos 2 noites por lá para poder conferir as duas opções.

O cachorro que nos seguiu e o entardecer em Atins
Um pôr do sol incrível na Praia de Atins

Afinal, anoitece na pacata Atins. A vila é realmente muito simples e rústica, sem nenhuma infraestrutura ou iluminação pública. Jantamos na própria pousada, peixada com leite de côco e pirão, uma delícia.

Enquanto esperávamos cerca de 1 hora pelo jantar, fui praticamente devorado por pernilongos, tinha esquecido de por repelente na bolsa. Portanto, fica a dica: não esqueça o repelente, até mesmo para usar durante a noite e dentro do quarto.

Confira a seguir: Atins: Lagoa Verde e Canto do Atins

Amanhece no Rancho do Buna

Último dia em Atins. Por volta das 5h da manhã, o barulho dos diversos animais do Rancho do Buna (pousada em que estávamos hospedados) era praticamente ensurdecedor.

O Cleber conseguia acordar cedo, eu já ficava rolando pela cama esperando que os animais parassem de celebrar o amanhecer.

Quando ele abriu a janela do quarto, ouvi o barulho das árvores, o que de certa forma ajudou até a amortecer o barulho dos bichos. A moldura da janela para o exterior ficou na minha memória até hoje, esses momentos absolutamente simples e sem significado, mas que significam muito.

Cleber na janela de nosso quarto, em Atins

Enquanto eu dormia, Cleber foi caminhar no igarapé, um curso de água de cor amarelada mas bastante transparente, afluente do Rio Preguiças e que corre bem próximo do Rancho do Buna.

Café da manhã no Rancho do Buna

O Igarapé de Atins

Depois do café da manhã, voltamos para o quarto e ficamos descansando um pouco na cama e saímos para o igarapé.

O igarapé deságua no Rio Preguiças e o Rio Preguiças deságua no mar, então o volume das águas é influenciado pela maré. 

No igarapé de Atins

O caminho é bem interessante, permite um contato bem próximo com a vegetação local. No decorrer da caminhada, a maré havia enchido um pouco e, em alguns trechos, o curso de água ficou ainda mais profundo e quase não dava mais pé. Quase no final do caminho, começou a chover.

Na maré vazante, que não era o caso, a proposta é pegar uma das bóias na pousada e ficar flutuando pelo igarapé. 

Voltamos para o Rancho, ainda sem ter o que fazer e agora ainda mais com chuva, ficamos no chalé. Eu novamente olhando para a janela.

O Vilarejo de Atins

Aos poucos parou de chover e fomos dar uma volta no vilarejo de Atins, que é bastante rústico. Algumas poucas pousadas, um camping cheio de mochileiros, restaurantes bastante simples e ruas de terra ou areia fazem o cenário local.

Ruas de areia em Atins, quase uma Jericoacoara de antigamente, com lagoas e mar

Um paraíso para ex-viajantes

Ainda faltava um pouco de tempo para o almoço, era hora de curtir um pouco a estrutura da pousada, deitamos na rede, caminhamos um pouco, vimos flores, plantas, cenários cercados pela natureza.

Momento relax em uma das redes do Rancho do Buna: vamos embora mesmo, produção?

Naquele momento de rede e relax total, bateu uma vontade de não ir embora, mas outras pessoas estavam chegando e desencanamos. Às vezes é melhor mesmo ir embora no momento em que queremos ficar mais. 

Enquanto esperávamos o almoço, conversamos com a gerente Mônica, que nos contou sua história de vida e sua rotina, bastante corrida. Uma ex-viajante, tinha vindo para Atins em viagem de férias e acabou se tornando uma moradora. Não é de se estranhar: lugares encantandores como Atins podem realmente transformar um viajante num morador.

Será mesmo que existem viagens assim tão especiais que podem nos deixar com a vontade de que elas se tornem afinal nossa rotina? E será que o encanto do lugar que ora conhecemos como viajante se perde quando nos transformamos em moradores?

Em minha cabeça, essa linha divisória entre o lugar da viagem e o lugar em que moramos esteve sempre bem definida.

Os lugares que conheço, por mais lindos e encantadores que pareçam, não parecem ter a capacidade de manter o encanto se por um acaso eu mudasse para eles.

Mas conhecendo Bruno em Barreirinhas (da Pousada São José) e a Mônica em Atins, e tantas outras histórias de pessoas que conhecemos que acabam se mudando para os lugares de viagem que as encantam, percebo que o que não é uma possibilidade para mim, é forte para outros.

Hora de Partir

Almoçamos, arrumamos nossas coisas e nos despedimos do pessoal da pousada, especialmente da querida Mônica.

Um caminhão da pousada nos levou de volta ao Rio Preguiças, e na saída sentamos na parte de trás e fui observando a pousada para trás. Juro que bateu uma certa tristeza, sensação que não senti em muitos lugares não.

Ainda hoje, guardo com muito carinho aqueles dias incríveis nos Lençóis Maranhenses, mas principalmente em Atins.

E parece irônico que, num dia em que não aconteceu praticamente nada, tenha gerado tantas memórias e emoções em minha cabeça. Dias de viagem são assim, cheios de significados, até mesmo quando “vazios”. 

A viagem continuou, agora de volta a Barreirinhas pelo Rio Preguiças.

Fica a Dica

Italianos e franceses já descobriram Atins e estão planejando investimentos por lá. É bem provável que nos próximos anos o destino ganhe mais infraestrutura, só vamos torcer para que a essência do lugar não fique perdida na memória de quem já passou por lá.

Atins O que fazer, como chegar e onde ficar nos Lençóis Maranhenses

Dicas para Atins

  • Atins é um lugar rústico, com pouca infraestrutura. Aliás, é o que mantém o lugar ainda preservado. Portanto, não espere o conforto que você teria em outros destinos turísticos.
  • Não espere sinal de Wi-Fi, mas telefone é tranquilo usar.
  • Leve bastante repelente, tanto para usar na praia, nos passeios e até mesmo dentro das acomodações de pousada.
  • Viaje com pouca bagagem. Principalmente se for através de barco (voadeira) pelo Rio Preguiças. Não há pier e o espaço nos barcos é pequeno.
  • Também não há muito transporte por lá, por isso há duas opções de locomoção: passeios fechados nas pousadas ou a pé mesmo.

Nosso leitor Rafael Fraga esteve em 2016 por lá e trouxe algumas atualizações de como andam as coisas por lá agora. Vejam a seguir ou confiram mais fotos no instagram dele.

Consulte também os blogs: Turomaquia e Viagens e Clicks

Fica o nosso muito obrigado ao leitor Rafael Fraga, que esteve lá em 2016 (ele optou por ficar hospedado apenas em Atins, e adorou, pois as lagoas na região de Barreirinhas estavam vazias) e trouxe dicas atualizadas do destino.

© 2012 Fabio Pastorello. Todos os direitos reservados. A reprodução de textos e/ou imagens não é permitida sem prévia autorização do autor. Texto revisado em 2014. 

Confira todos os nossos posts dos Lençóis Maranhenses


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Fabio Pastorello

Fabio Pastorello

Editor do Viagens Cine, fotógrafo e videomaker. Curte cinema e leva a vida e as viagens com toques de romance, drama e aventura. Formado em Letras, ex-bancário e muito mais feliz como blogueiro de viagens.

17 comentários

  1. Oi, Liane. Vamos lá:
    a) Recomendo sim você reservar um pernoite em Barreirinhas, pois a viagem é cansativa e além disso você estará com adolescentes, que podem ficar meio impacientes também.
    b) Há bons passeios para se fazer em meio período: recomendo principalmente os passeios até a Lagoa Azul ou Lagoa Bonita, são imperdíveis e seria bem mais difícil fazê-los a partir de Atins.
    c) Os passeios não são os mesmos, pelo menos não possuem as mesmas distâncias. A partir de Atins, os passeios que você faria de Barreirinhas saem mais caros.
    d) Olha, não me lembro de ter visto skibunda em Atins. O negócio por lá é um pouco mais pacato, mas lógico a diversão nas lagoas é garantida.
    e) Sim, o passeio pelo rio Preguiças pode funcionar também como um transporte até Atins. O problema nesse caso é que você precisa pagar o valor integral do passeio, tanto na ida como na volta, mesmo que só faça metade do passeio. Existem outras alternativas de transporte, mas a meu ver acho um pouco mais complicadas ou demoradas, então acho que apesar de sair mais caro, a voadeira é o que vale mais a pena.

    Abraços e espero ter ajudado.

  2. OLá, estou indo para os Lençois na última semana de julho. Chegaremos em São Luis às 14 e vamos passar uma noite por lá. No dia seguinte cedo vamos para os Lençois, mas nosso hotel fica em Atins. Estou com algumas dúvidas: a) seria o caso de passar uma noite em Barreirinhas, pois depois de 4 horas de carro, ainda teríamos mais 1 hora e meia de barco até Atins? Mas nesse caso, há algum passeio que possa ser feito em uma tarde? Ou é melhor irmos direto para Atins mesmo? b) os passeios às dunas e lagoas a partir de Atyins são os mesmos que os feitos a partir de Barreirinhas? Tem skibunda nas visitas às dunas a partir de Atins? estamos indo com filhos adolescentes que iriam adorar. c) a ida e volta de atins pelo rio Preguiças já é famoso passeio de barco pelo Rio? Grata pela sua atenção! Liane

    1. Pena que vc fica apenas uma noite em São Luís,cidade com centro histórico belíssimo.E tem os arredores como Alcântara,Raposa e São José do Ribamar.A melhor época para ir é em Junho,pega as festas Juninas,que tem uma riqueza de detalhes e é muito diferente do resto do Brasil.
      Quanto à Atins,tem uma pequena agência lá que fazem passeios para ver os guarás no final da tarde,não fiz,resolvi ver o por do sol que é deslumbrante naquela praia quase deserta,cartão postal mesmo.Nos pequenos Lençois,lá em Atins,acho que é possível fazer skibunda,afinal todos têm que fazer de certa forma porque algumas dunas são muito altas e pra chegar à água ou transpor para outra lagoa,vai fazer skibunda,nada pra se assustar,super.Fiz várias vezes durante a travessia aos Lençóis.
      Recomendo que conheça Caburé,que tem mar de um lado e do outro ,rio e o farol.A vista lá do alto é impressionate.

  3. Ultimamente tem sido muito difícil prever o tempo, mas historicamente o mês de junho é o finzinho da temporada de chuvas por lá. Mesmo em julho ainda chove um pouco. Mas cas lagoas já estarão cheias, um amigo acaba de retornar de lá e aproveitou bastante. Em relação a onde ficar, recomendo 1 ou 2 dias em São Luís para conhecer a capital do Estado (caso tenha interesse), mas para explorar as belezas dos Lençóis Maranhenses, é preciso ficar em Barreirinhas (pelo menos 3 noites serão necessárias). Abraços.

  4. Olá, Zé Luis. Muito obrigado pela sua mensagem e pelas suas palavras. Bom, vamos às suas dúvidas. Creio que se você se hospedar no Rancho do Buna, em Atins, eles oferecem serviços de guia para os atrativos. Para a Lagoa Verde, por exemplo, foram eles que providenciaram nosso passeio. Não sei se eles levam até os Pequenos Lençóis, para isso acho que o ideal seria se basear em Barreirinhas e contar com os passeios oferecidos pelas agências locais. Abraços.

  5. Continuando,será que voce conhece alguém para nos indicar ou dar uma luz de como nós poderíamos resolver isso? Gostaria de agradecer a voce e dizer que o serviço que vcs, blogueiros, prestam, generosamente ,é o que tem de melhor e mais confiável nesse país,um exemplo a ser dado aos orgãos ditos oficiais.Parabéns e obrigado.

  6. Olá Fabio.Meu nome é Zé Luis e estou indo para os Lençóis em Junho com minha esposa.Estamos na fase de pesquisa e uma dificuldade que estou tendo é se há a possibilidade de contratar um guia em Atins para nos levar conhecer os atrativos da região como os pequenos lençóis, poço das pedras, etc.Estamos pensando em fazer um bate-volta de dia inteiro para Atins.Ops, continua

  7. Olá Fábio! Vi suas fotos e adorei!!! trabalho em uma empresa de turismo e operamos especificamente nos Estados do Maranhão, Piauí e Ceará. Temos um facebook no qual postamos fotos diariamente dos destinos nos quais trabalhamos, então queria saber se você autoriza a publicação de uma de suas fotos. Agradeço desde já. Atenciosamente.. Tayana Marinho.

  8. Olha, como os passeios custam em média 50 reais, você deve estimar essa média de gastos por dia, calcular mais uns 30 a 50 reais de alimentação e gastos diversos. Se ficar mais tempo em Atins, talvez nem tenha tantos gastos com passeios, pois dá para ir até as dunas e até a praia caminhando, mas em Barreirinhas não há nada para fazer que não envolva gastos. Isso sem contar a hospedagem. Abs.

  9. Fábio estou pensando em ir sozinho, aos lenções , mas estou pensando em ir ate atins e depois retorna a barreirinhas. Quanto indicaria de $ que seria bom levar?.

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