O que fazer em Cuzco | Peru

O que fazer em Cuzco? Confira nesse texto um roteiro detalhado com fotos pela região de Cuzco.

Confira quais são os principais pontos turísticos dessa cidade encantadora, que mistura a influência inca e colonial.

É necessário fazer o city-tour ou dá para conhecer tudo por conta própria?

Nós ficamos somente um dia em Cuzco e não recomendo, foi muito corrido. Talvez dois dias seja mais tranquilo, mas fica para uma próxima vez. Mas veja só o que eu deu para fazer nesse curto período de tempo, com algumas dicas dos destinos.

Comentários ou dúvidas são bem recebidos e serão respondidos com prazer.

O que fazer em Cuzco, Peru

Entre o city-tour e as próprias pernas – Diário de Viagem

Fonte na Plaza de Armas, em Cuzco

 

SINOPSE

Nossa intenção era chegar em Cuzco às 11h, mas o vôo atrasou e perdemos cerca de 1h. Isso nos atrasou para fazer o city-tour em Cuzco. Acabamos fazendo um city-tour por nossa conta, visitando a Plaza de Armas, lógico, onde fica a Catedral de Cuzco e a Compañia de Jesus, e o Koricancha, um importante templo do Sol para os incas que com a colonização espanhola foi transformado em igreja e convento.

Nossa intenção era ir até Sacsayhuaman, mas ficou tarde e preferimos andar pela cidade de Cuzco, cheia de ruas e paredes de pedras, influência da arquitetura inca. Ainda visitamos o bairro de San Blas e encerramos o dia, quer dizer, já noite, na Plaza de Armas e arredores, para fotos da cidade sob a luz noturna.

Veja também dicas para planejar a viagem ao Peru – clique aqui

Em 1983, Cuzco foi considerada Patrimônio Cultural da Humanidade pela UNESCO.

Ruas de Cuzco, história pura

Fila de embarque para o vôo da Lan para Cuzco. Novo atraso do vôos.

Olhei para o relógio inquieto, afinal nosso dia estava programado para chegarmos e já fazermos um city-tour em Cuzco. Estávamos programados para chegar às 11h, teríamos cerca de 2h para chegar no hotel, nos acomodar (e quem sabe descansar um pouco para eu não ter problemas com a altitude) e já sair para o city-tour, que sairia entre 13h30 e 14h.

Tomei um remédio para enjôo e para dor de cabeça, que funcionariam como preventivos para evitar o soroche, como é conhecido por lá o mal das alturas.

Cuzco – Como Chegar

Não há vôos diretos do Brasil para Cuzco. É preciso fazer uma escala em Lima. O vôo de Lima até Cuzco leva cerca de 1h. De ônibus, infelizmente o percurso pode levar 20 horas, então me parece que a única alternativa válida é mesmo o avião.

Chegada em Cuzco

12h no aeroporto de Cuzco. Esperava de bagagens, um aeroporto bem pequeno repleto de turistas. Afinal nossas pequenas malas chegaram e andamos rápido para a saída do aeroporto.

Um taxista veio nos oferecer o táxi por S/. 25,00. Disse que não e saí andando. Ele me perguntou quando eu pagaria e eu disse, meio hesitante, S/. 15,00. Ele topou, mas me passou para outro taxista.

 

Para pegar táxi no Peru, assim como em Lima, é preciso negociar os preços com os taxistas. Considere que eles sempre irão cobrar mais um pouco, não custa nada pechincar. 

Soroche Altitude em Cuzco
Chá com folhas de coca, para aliviar os efeitos do soroche, mal das alturas

O outro taxista me perguntou para onde eu iria e eu disse para o Best Western.

Um outro homem apareceu, perguntou se era o Best Western Los Andes, eu disse que era um perto de uma igreja, ele confirmou e foi andando conosco até o táxi. Quem era aquele homem? Achei que era um funcionário do hotel.

Durante o trajeto, esse outro homem, extremamente simpático, forneceu diversas informações sobre a cidade e sobre as opções de passeio que teríamos por lá. Eu ainda estava achando a situação estranha. No caminho, o taxista ainda reclamou do preço de S/. 15,00, pelo táxi dele ser oficial, mas eu disse que não poderia aumentar, uma vez que foi o valor negociado.

Cuzco é a cidade vigente mais antiga da América, possui uma história de mais de 3000 anos, e foi capital do império Inca.

A bandeira inca, com as cores do arco-íris, é encontrada em diversas partes de Cuzco. Catedral ao fundo.

Cuzco – Onde Ficar

O hotel que escolhemos fica a uma curta distância da Plaza de Armas, centro histórico de Cuzco.

É uma boa região para fazer tudo a pé. Como estávamos com pouquíssimo tempo na cidade, não poderíamos perder tempo com deslocamentos. Existem opções de hospedagem no bairro de San Blas, que não fica tão distante do centro, mas é preciso enfrentar uma ladeira.

Onde Ficar em Cuzco

Best Western Los Andes

Finalmente chegamos no hotel, fiquei aliviado. O taxista no deixou, mas o outro homem não. Nos acompanhou até uma mesa, já dentro do hotel, e começou a apresentar opções de passeio em Cuzco. Bingo.
Saguão do Best Western Los Andes

Roubada na oferta de passeio

Finalmente veio a facada, ofereceu o passeio ao Vale Sagrado por S/. 90,00 almoço incluído (é possível encontrar na Plaza de Armas valores de até S/. 20,00 – sem almoço incluído) e o city-tour por S/. 35,00 (S/. 10,00 a S/. 15,00 é o preço normal).

Em Cuzco, existem duas opções básicas de passeio. A primeira é o city-tour que visita o Koricancha e os sítios arqueológicos em torno da cidade de Cuzco, tais como Sacsayhuaman, Qenko, Tambomachay, entre outros. É um pinga pinga, que é bom para conhecer todos os lugares, mas por outro lado pode ser muito corrido. Em geral, esse passeio sai no período da tarde, portanto dura apenas meio período, mas acho que seria melhor se fosse um passeio de dia inteiro. A outra opção é o passeio pelo Vale Sagrado, que visita os povoados de Pisac, Ollantaytambo e Chinchero. Esse é um passeio de dia inteiro.  

Com pressa e seduzido pela simpatia desse homem (o nome do sujeito é John Villafuerte Huanca e me deu um cartão de uma tal de Inti Punku Travel, cujo site informado no cartão não existe), que finalmente se apresentou como operador de viagens (não era funcionário do hotel), e pela possibilidade de ser uma pessoa de confiança (já que havia entrado no hotel conosco), barganhei um pouco e tudo o que consegui foi um preço abusivo de S/. 85,00 para cada um de nós, para o Vale Sagrado.

Vantagens de um pacote de viagem

A vantagem de contratar um pacote de viagem é que não é preciso se preocupar com esses detalhes, que empresa escolher, que passeio fazer, já está tudo preparado. É uma boa opção para aqueles que não gostam de planejar a viagem e pode ser bem menos estressante. 

Durante os próximos dois dias, me senti um trouxa. Como me deixei levar pela lábia desse guia de viagens e pagar um valor tão acima do normal, eu que costumo pesquisar tudo e que sou um viajante experiente. Enfim, aconteceu. Mas o pior ainda estava por vir.

Como eu tinha ciência que os preços eram caros, optei apenas pelo Vale Sagrado e resolvemos fazer o city-tour por nossa própria conta, que aliás preferimos pois fazemos no nosso próprio tempo.

Na recepção, chá de coca à disposição

Chá de Coca

Escolhi o hotel Best Western Los Andes de America porque queria um pouco mais de conforto e infraestrutura quando chegássemos em Cuzco, caso eu passasse mal por causa da altitude. Logo chegando, tomamos o chá de coca, que tem gosto de chá, nada especial ou diferente. Tomei sem açúcar mesmo.

Há duas opções, ou toma-se com o saquinho, ou pode-se colocar as folhas de coca diretamente na água quente. Fiz os dois. rs.

Como a região de Cuzco fica em região de altitude (mais de 3.000 metros), podemos sentir alguns efeitos colaterais, como enjôos, dor de cabeça e falta de ar. Tomei alguns comprimidos para esses males antes de chegar por lá, o que acho que minimizou os efeitos. Além disso, é bom tomar o chá de coca, que também tem efeitos positivos. 

Gostei muito do hotel, nosso quarto era gigantesco e com tudo o que poderíamos precisar e o que não precisávamos. Enfim, ótimas instalações, ótimos funcionários. Fomos rápidos e, ao contrário das recomendações, não descansamos, saímos direto para nosso city-tour pessoal e de grátis.

O que fazer em Cuzco

Fazendo o City-Tour em Cuzco por conta própria

Ficamos bem, não sentimos muito o efeito das alturas, exceto por uma falta de ar acima do normal em ladeiras e situações de esforço físico. À noite, senti um quase enjôo, mas como estava sob efeitos de Plasil, foi uma coisa bem suave.

Plaza de Armas

Nosso hotel ficava bem próximo da Plaza de Armas, centro de Cuzco. Quando lá chegamos, lógico, começamos uma série de fotos com as igrejas da praça de fundo: a Catedral de Cuzco e a Compañia de Jesus.

Os dois prédios que dominam a Plaza de Armas de Cuzco, a Catedral e a Compañia de Jesus, são construções jesuítas, da época em que os espanhóis chegaram nessa região, nos idos de 1500. A mistura da cultura inca e da cultura espanhola está em toda parte pela cidade.

A Catedral foi construída com as pedras gigantes de Sacsayhuaman (complexo arqueológico próximo de Cuzco). A Compañia de Jesus foi construída em 1571 e possui estilo barroco.

O estilo barroco da Companhia de Jesus, localizada na Plaza de Armas
A linda Plaza de Armas, reserve pelo menos 1 hora para explorar a praça

Koricancha

Depois de algumas fotos pela praça, fomos até a Igreja e Convento de Santo Domingo, ou Koricancha, como também é conhecida. Tinha um mapa de Cuzco em mãos, então fomos seguindo pelo caminho indicado, mas em determinado momento resolvemos aproveitar alguns grupos de excursão e seguí-los. A caminhada é curta, cerca de 10 minutos. O problema são as distrações no caminho.

Por exemplo, Cuzco é cheia de ruas de pedras, seja nas calçadas, ou nas paredes dos prédios. As pedras são a herança da arquitetura inca, mas em alguns prédios, estão sobrepostas por prédios de arquitetura colonial, completando a mistura com a cultura espanhola colonizadora.

As pedras são a herança inca ainda presente em Cuzco e, muitas delas, são
originárias da fortaleza de Sacsayhuaman

Finalmente chegamos no Koricancha (entrada S./ 10,00, não incluso no Boleto Turístico).

Koricancha era um dos mais importantes espaços de adoração dos incas ao Deus sol (acredita-se que as paredes eram revestidas de lâminas de ouro), mas os espanhóis construíram a igreja e o convento de Santo Domingo sobre os muros de pedra inca, em 1534. 

A História de Koricancha

Como vimos aqui e em Machu Picchu, os colonizadores não tinham muito (ou nenhum) respeito pela cultura inca, é de se admirar que ainda tenha restado alguma coisa. O irônico é que a igreja foi destruída em dois terremotos, em época diferentes, e teve que ser reconstruída, mas as pedras continuam lá, intactas.

O Koricancha (pátio de ouro em quichua) era um suntuoso templo dos incas. Entre suas paredes, viviam cerca de 4.000 sacerdotes, vivendo em função da adoração ao sol. Todo o prédio refletia essa adoração, com paredes revestidas de ouro, figuras de ouro em tamanho real ou outros objetos de ouro maciço. Depois da colonização espanhola, todo esse tesouro foi saqueado.

A justaposição dos estilos arquitetônicos inca e coloniais encontra em Koricancha o seu maior exemplo
É certo que não foi muito legal os espanhóis terem destruído os lugares incas,
mas o Koricancha ficou sensacional com essa mistura das arquiteturas incas e colonial
Um pouco de chuva no Templo do Sol, Koricancha

Fiquei um pouco deslumbrado com o local, ora com a parte inca, ou seja, as pedras encaixadas de forma precisa, em diversos tamanhos; ora com a parte dos espanhóis, como essas colunas rodeando o páteo central. Enfim, acabamos ficando mais tempo do que podíamos, e achamos que ficaria tarde para ir até Sacsayhuaman, um outro destino no city-tour.

Sacsayhuman

Para visitar o Sacsayhuman e os outros sítios arqueológicos da região de Cuzco, é preciso comprar um boleto turístico. Não é possível comprar os ingressos para as atrações individualmente. O boleto turístico custa S/. 130,00 e dá direito a visitar (somente uma vez cada lugar) até 16 lugares no período de 10 dias. Estão inclusos os sítios de Pisac, Ollantaytambo, em suma, quase todas as atrações da região exceto Machu Picchu. Há também a opção de comprar o ingresso de 1 dia, que sai por S/. 70,00.

As paredes não são mais folheadas a ouro, mas o amarelo e os detalhes das molduras douradas ainda
trazem esse clima solar para o Koricancha

Ficamos muito na dúvida sobre qual opção de boleto comprar. Na realidade, achei o valor do boleto caro, para quem não iria visitar muitos lugares como eu. Estávamos com pouco tempo, e os únicos lugares que tínhamos certeza em visitar seriam Ollantaytambo e Pisac, no dia seguinte, quando faríamos o passeio pelo Vale Sagrado. Portanto, imaginamos que a melhor opção seria o boleto de apenas 1 dia, por S./ 70,00. Mas ainda assim eu queria muito visitar Sacsayhuaman, e pensamos que poderíamos visitá-lo no último dia de viagem, quando voltaríamos para Cuzco. Dessa forma, decidimos pelo boleto de 10 dias.

Avenida El Sol

Do lado de fora de Koricancha, ficamos e andamos um pouco pela Avenida El Sol, uma das principais via de Cuzco.

É uma rua movimentada, cheia de comércio e que termina na Plaza de Armas. Dessa avenida, também é possível ver o prédio do Koricancha, do lado externo.

Seguindo pela Calle Triunfo e depois pela Hatunrumiyoc, passamos novamente por uma rua com pedras gigantes nas paredes do prédio do Palácio Arcebispal. O que se destaca é o tamanho das pedras e como elas se encontram perfeitamente recortadas e encaixadas.

San Blas

Na continuação da Hatunrumiyoc (nome fácil de memorizar), encontramos a Cuesta San Blas, uma ladeira que sobe até o bairro de San Blas. Quando mais subimos, mais interessante ficava a vista para baixo, da cidade de Cuzco, e também das varandas e das paredes charmosas da ladeira. Chegando na praça de San Blas, uma igreja e alguns restaurantes, mas não vimos nada de muito interessante.

Subida para San Blas

Noite na Plaza de Armas

Finamente, foi a hora de encerrar o dia na Plaza de Armas, onde tiramos algumas fotos no entardecer. Antes disso, ainda passamos no escritório da Inca Rail, para trocar a nossa reserva do trem para Machu Picchu.

No final das contas, nosso city-tour não foi completo, mas por vezes é melhor conhecer bem poucos lugares do que visitar uma série de lugares apressadamente. Eu e Cleber temos nosso próprio tempo para conhecer os lugares, gostamos muito de tirar fotos, e quase sempre ficamos afobados com o ritmo desses passeios em grupo, portanto nada melhor do que visitar os lugares no seu próprio tempo. 

Inca Kola, refrigerante típico peruano

Como ainda não havíamos almoçado, resolvemos fazer uma parada para comer, optamos por um restaurante ali mesmo na Plaza de Armas.

Jantar na Plaza de Armas

Uma moça nos mostrou o cardápio e nos disse que teríamos um Pisco de graça. Depois iríamos descobrir que todas essas pessoas que ficam captando clientes fazem essa promessa, mas que depois os garçons inventam alguma desculpa e não a cumprem. Os peruanos também tem esse quê de safadeza. Tive que me contentar mesmo com a Inca Kola, refrigerante típico peruano.

Depois do jantar (eu comi truta e o Cleber bife de alpaca, mas nada de especial, portanto nem recomendo nem não recomendo o restaurante que escolhemos), começou a esfriar e voltamos para o hotel para colocar roupas mais quentinhas. Aproveitamos para tomar mais chá de coca. Saímos mais à noite para mais fotos noturnas, compra de lembrancinhas e jantamos uma pizza.

Plaza de Armas, ao anoitecer
Anoitece em Cuzco. As ruas e paredes de pedras ficam ainda mais encantadoras sob a luz noturna
Comércio bem diversificado e interessante em Cuzco

Assim terminou nosso dia corrido, mas extremamente proveitoso em Cuzco. Lógico, ainda ficou faltando muito para conhecer, mas em apenas uma tarde, tivemos que destacar somente as principais atrações da cidade, como a Plaza de Armas, o Koricancha e o bairro de San Blas. Mas o momento mais encantador foi circular pelas ruas de Cuzco, especialmente à noite, e ter contato direto com essa cidade belíssima e cinematográfica.

Confira a seguir: Vale Sagrado: Uma excursão cheia de roubadas e encantos

Clique aqui para tudo o que você precisa saber: 
 

© 2012 Fabio Pastorello. Todos os direitos reservados. A reprodução de textos e/ou imagens não é permitida sem prévia autorização do autor.

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Fabio Pastorello

Fabio Pastorello

Editor do Viagens Cine, fotógrafo e videomaker. Curte cinema e leva a vida e as viagens com toques de romance, drama e aventura. Formado em Letras, ex-bancário e muito mais feliz como blogueiro de viagens.

27 comentários

  1. Olá Fábio, tudo bem? Antes de mais nada gostaria de parabenizá-lo pelo blog, estou adorando!!! Estou planejando minhas viagens para o ano que vem e a primeira delas é para o Peru… Quantos dias você recomenda para conseguir conhecer os principais lugares, incluindo a capital, Lima? Obviamente a principal atração é o Machu Picchu, mas gostaria de conhecer os outros lugares cinematográficos de lá também, e gostaria de aproveitar tudo numa mesma viagem.

  2. Olá, Aladilce. Muito obrigado pelo comentário. Em relação à passagem aérea, recomendo comprar com antecedência. Pode ser que você consiga lá na hora, mas talvez os preços não sejam muito convidativos. Em relação à passagem, também consulte se não vale mais a pena comprar as passagens conjuntamente com uma mesma companhia aérea, eu comprei a ida para Cuzco (com parada em Lima) e a volta de Cuzco com escala em Lima. Abraços.

  3. Fábio,
    Parabéns pelas fotos e pelo belíssimo relato, ajudam muito a quem está precisando de informações. É o meu caso. Preciso de dica sobre a viagem de Lima para Cuzco. Consigo comprar passagem aérea lá sem dificuldade?

    grata

    Aladilce

  4. Fábio,
    Parabéns pelas fotos e pelo belíssimo relato, ajudam muito a quem está precisando de informações. É o meu caso. Preciso de dica sobre a viagem de Lima para Cuzco. Consigo comprar passagem aérea lá sem dificuldade?

    grata

    Aladilce

  5. Fábio,
    Parabéns pelas fotos e pelo belíssimo relato, ajudam muito a quem está precisando de informações. É o meu caso. Preciso de dica sobre a viagem de Lima para Cuzco. Consigo comprar passagem aérea lá sem dificuldade?

    grata

    Aladilce

  6. Fábio,
    Parabéns pelas fotos e pelo belíssimo relato, ajudam muito a quem está precisando de informações. É o meu caso. Preciso de dica sobre a viagem de Lima para Cuzco. Consigo comprar passagem aérea lá sem dificuldade?

    grata

    Aladilce

  7. Olá, Regis. Em relação ao câmbio, fiz um saque em terminal de caixa eletrônico assim que chegamos no aeroporto. Tinha trocado algum dinheiro no aeroporto de Guarulhos, mas a taxa é péssima, não recomendo, se for para escolher uma casa de câmbio melhor fazer a troca lá no Peru mesmo. Na chegada do aeroporto existem algumas. Abraços.

  8. Marcos. Que legal que você passou por aqui. A segurança por lá é tranquila. Como a região tem muitos turistas, é só não se distanciar muito dos pontos mais movimentados que vc estará seguro. Eu trabalhei com uma câmera profissional e não tivemos problemas, mas lógico é sempre bom ficar atento. Abs e boa viagem.

  9. Olá Fábio!

    Obrigado pelas informações e parabéns pelas fotos!
    Cheguei aqui a partir do teu vídeo lá no YT. Estamos indo pra lá semana que vem e seu blog respondeu a muitas de nossas perguntas.

    Pergunta básica: como é a segurança em Cusco à noite e mesmo durante o dia? Gostaria de fazer algumas fotos noturnas por lá (se o tempo ajudar), mas estou com receio de sacar câmera e tripé e chamar a atenção de gente errada. Perigoso?

    Muito obrigado e um abraço!

    Marcos

  10. Muito bons seus relatos, Fábio! Suas fotos são ótimas!
    Estou de "malas quase prontas" para visitar Cusco e Machu Picchu. Super animada. Já li toda a sua série sobre a região.
    Parabéns polo blog!
    []'s

  11. Júnior, de Cusco você pode pegar um trem direto para Machu Picchu (é preciso pegar um táxi até a estação) ou pegar lotações de Cusco até Ollantaytambo, cidade que fica bem mais perto e oferece mais opções de trens para Machu Picchu. Outra opção é agendar um city tour pelo Valle Sagrado (fácil de encontrar), e pedir para ficar em Ollantaytambo, onde você pega o trem. Nós fizemos isso, e a maior parte das pessoas também faz, só aconselho a pegar o último trem para Machu Picchu, já que o city tour passa em outros lugares antes, como Pisac, parada para almoço, portanto só vai chegar em Ollantaytambo lá pelas 16h. Em Ollantaytambo, vale a pena conhecer o sítio arqueológico por lá, e depois vc pega o trem. Abs.

  12. Estou nos preparativos para a minha viagem em dezembro e estou encantada com seu blog.
    Relatos minuciosos e fotos perfeitas!
    Parabéns!

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