O que fazer em Lima | Peru


Um roteiro detalhado com fotos, dicas e o que fazer, especialmente para quem, assim como nós, tem pouco tempo para conhecer a cidade.Tínhamos apenas 1 dia para visitar, então dividimos o dia entre as principais atrações da cidade: o Centro Histórico, um sítio arqueológico localizado no meio do bairro de Miraflores e o Shopping Larcomar.À noite, ainda fomos até o famoso Circuito Mágico de Água, com fontes luminosas e coloridas belíssimas.

Comentários ou dúvidas são bem recebidos e serão respondidos com prazer.

O que fazer em Lima, no Peru

24 horas para conhecer Lima – Diário de Viagem

Plaza Mayor Centro Histórico

Lima, uma cidade em que o Sol não brilhou para nós,
mas a beleza e cores dos parques e lugares históricos sim

 

SINOPSE

  • Em cerca de 24 horas em Lima, optamos por conhecer o centro histórico pela manhã, onde naturalmente curtimos muito a Plaza Maior (ou Plaza de Armas).
  • No entorno do centro histórico também há alguns lugares que merecem a visita.
  • Nosso segundo destino foi a Huaca Pucllana, um sítio arqueológico no bairro de Miraflores, que se diferencia dos demais no Peru pelo fato de não ser feito de pedras (e sim tijolos de argila) e ser em homenagem ao mar (ao invés do Sol).
  • Finalmente, encerramos o dia no Shopping Larcomar, para a vista das praias e do mar de Lima e jantar.
  • À noite, um programa imperdível foi visitar o Parque de la Reserva e o Circuito Mágico de Água, uma série de diferentes e divertidas fontes luminosas.
  • Dia seguinte, bem cedo, visitamos o Parque do Amor e por volta das 8h já estávamos indo em direção do aeroporto para viagem à Cuzco.

No centro histórico de Lima

Ao planejar a viagem para Machu Picchu, que afinal era meu grande objetivo nessa viagem, hesitamos entre visitar ou não Lima, a capital do Peru. Como era escala de nosso vôo (não há vôos diretos do Brasil para Cuzco, lugar base para conhecer Machu Picchu) e como é a capital do país, resolvemos passar lá pelo menos um dia.

Veja também dicas para planejar a viagem ao Peru – clique aqui

A orla e as praias de Lima, no Oceano Pacífico

Colaborou ainda mais para o meu desânimo saber que o sol é raridade em Lima, mas eu ainda tinha esperanças que ele iria brilhar para mim, doce ilusão.

Por isso, resolvemos ir para lá, mas reservamos apenas 1 dia, ou seja, 24 horas para conhecer Lima.

O dia de chegada e o dia de partida em geral não considero como horas úteis, uma vez que muitas vezes vôos atrasam, perdemos tempo em aeroporto ou até chegar e nos instalarmos nos hotéis.

Dessa forma, aqui vão nossas 24 horas em Lima, na realidade nem tudo isso, por que afinal é preciso dormir, né?

Voando para o Peru

Ainda em São Paulo, ao levarmos as malas para despacho, a funcionária da LAN, empresa que contratamos para viajar para o Peru, nos informou que o vôo estava com atraso de mais de 3 horas. Esse seria apenas o primeiro dos atrasos que pegamos com vôos da LAN pelo Peru. Não sei se por culpa da própria LAN ou dos aeroportos, a questão é que ninguém se importa em lhe dar uma explicação do atraso.

Tive que desmarcar o translado que havia reservado com o hotel e conseguimos que a LAN nos pagasse um táxi para irmos para o hotel, quando chegássemos em Lima, que no previsto seria às 23h, e no realizado passou a ser às 2h da manhã.

 

Um exemplo dos pitorescos ônibus de Lima, melhor pegar os táxis, que são baratos

A funcionária da LAN em Lima foi simpática e prestativa, mas extremamente lenta, e esperamos cerca de 40 minutos até que um carro chegasse para nos buscar e levar até o hotel, no caso o Casa Bella Miraflores, que reservamos através do Booking.com.

O motorista levou cerca de mais 40 minutos para encontrar o hotel, isso porque eu havia levado um mapa e o endereço, coisa que não aconteceu somente com esse motorista. Como os táxis por lá não tem taxímetro e quando se pega o táxi, o valor é fechado de acordo com destino, nessa situação quem sai mais perdendo é o taxista, que transforma sua corrida num tempo muito maior.

Isso me levou a pensar duas hipóteses: ou os motoristas de táxi em Lima eram muito confusos e desorganizados (um GPS resolveria tudo) ou o hotel estaria numa localização não muito turística. Depois descobrimos que o hotel fica a apenas 1 quadra da praia, e também poucos metros do Parque do Amor, um famoso ponto turístico.

Andando de Taxi em Lima

Os táxis são o melhor meio de transporte em Lima, embora eu não tenha testado os ônibus, que me parecem bem pitorescos, mas dizem que o sistema é desorganizado. Enfim, não sei ao certo quanto seria o táxi do aeroporto até Miraflores, mas pesquisei que por cerca de 15 dólares (S/. 40) é possível encontrar. 

Todos os taxistas que eu conheci eram prestativos e simpáticos, então não tive problemas quanto a isso, somente em relação a desorganização, ou seja, um GPS para achar o hotel mais facilmente seria recomendável para eles. É preciso negociar o preço antes de entrar no táxi, já que os carros não possuem taxímetro.

Onde Ficar em Lima

Casa Bella Miraflores é muito simpático, o staff bem simpático e prestativo (uma constante durante nossa passagem pelo Peru) e por alguns momentos parecia que estávamos em uma casa, não em um hotel.

Ficamos em um quarto próximo da cozinha e utilizamos o microondas para aquecer um lanche que compramos, os funcionários ofereceram um copo de água ou sucos em nossa chegada (gratuitamente), enfim, bem acolhedor.

As instalações, como a cama, o chuveiro, os armários, também são excelentes.

A recepção do Bella Miraflores não parece uma recepção, mas a sala de casa

Até tomarmos café e nos arrumarmos para sair, eram umas 9h da manhã.

Explorando Miraflores

Uma avenida com um calçadão central para caminhadas, no bairro de Miraflores

O melhor bairro para se hospedar em Lima é em Miraflores. Equivale ao Jardins, aqui de São Paulo, ruas extremamente tranquilas, gostosas de caminhar, com casas charmosas, tudo muito limpo e seguro. Nos sentimos completamente bem nesse bairro.

O bairro também tem ampla oferta de restaurantes, lojas, parques, hotéis e fica próximo do mar e do shopping Larcomar, uma das maiores referências de passeio em Lima.

Os táxis são de diversas cores, eu me lembrava vagamente de ter lido que os amarelos eram os mais confiáveis, então sugeri ao Cleber que pegássemos um táxi amarelo. Quando um desses táxis amarelo se aproximou, parecia mais uma carroça, e começamos a gargalhar com a ideia de que o amarelo seria o confiável. Sem mais saber qual era a melhor cor, pegamos qualquer um.

Antes de entrar no táxi, é preciso negociar o preço. Para tanto, é bom ter uma ideia dos preços das corridas. De Miraflores até o centro pagamos S/. 15, mas se pechinchassemos, acho que sairia por menos. Mas para mim, pagar menos de 15 reais por um táxi, já estava de ótimo tamanho. 

Plaza de Armas (ou Plaza Maior)

  • Tempo ideal: 1 dia
  • Tempo utilizado: 3 horas

Pegamos um pouco de trânsito até chegar ao centro e, quando finalmente o taxista parou na Plaza de Armas, lá pelas 10h30 da manhã, tivemos mais um aborrecimento.

Só tínhamos notas de 50 soles, e o taxista não tinha troco. Começamos uma peregrinação sem fim pelo centro de Lima, junto com o taxista, para encontrar alguém que trocasse a nota de 50, até que irritado, fui a um caixa eletrônico e saquei 20 soles. Ainda tive que amargar com uma taxa de 12 soles do caixa eletrônico.

A única vantagem de ficar rodando pelo centro com o taxista, foi que vimos a quantidade de prédios históricos que há por lá, um mais lindo que o outro, que infelizmente não tivemos a oportunidade de visitar a pé posteriormente, pois nosso tempo era curto.

Plaza Mayor (Plaza de Armas), com o Palácio Municipal ao fundo e seus balcões negros

Finalmente livres para conhecer a Plaza de Armas, lá pelas 11h, ficamos deslumbrados. O centro histórico foi declarado Patrimônio Cultural da Humanidade em 1988, pela UNESCO.

Centro Histórico

A praça é o lugar de fundação da cidade de Lima e concentra a maior parte das atividades públicas da cidade.

No momento em que a visitávamos, ocorria um desfile cívico e diversas procissões, já que a cidade passava por uma semana de comemoração religiosa. Em pleno domingo, o lugar estava efervescente. Ainda participamos de um trabalho de alguns estudantes limenhos, que nos entrevistaram sobre nosso propósito e impressões ao conhecer o Peru, e também tiramos fotos com eles e para eles.

Uma das atividades que ocorria na Plaza de Armas

A Plaza de Armas (ou Plaza Maior) concentra alguns edifícios belíssimos em estilo barroco e neoclássico, como a Catedral de Lima, o Palácio Arcebispal e o Palácio do Governo. Todos esses prédios possuem detalhes de construção incríveis, como os balcões trabalhados do Palácio Municipal, por exemplo, negros, que provocam um lindo e sofisticado contraste com o amarelo das paredes do palácio. 

Diante de tantos prédios belíssimos e tantas coisas acontecendo naquele domingo, quando percebemos já tínhamos perdido um par de horas fotografando coisas por ali.

Ainda havia muito a conhecer por ali no centro de Lima, como a Catedral e catacumbas de São Francisco e o Convento de Santo Domingo, mas devido a falta de tempo, caminhamos um pouco pelas redondezas e fomos procurar um lugar para almoçar.

Plaza de Armas Plaza Mayor
A construção cheia de detalhes belíssimos do Palácio Arcebispal na Plaza de Armas
Plaza de Armas
Detalhe do Palácio Arcebispal

No caminho para nosso almoço, cruzamos com a Igreja de la Merced, também muito bonita. Como não queríamos perder muito tempo, acabamos apelando para o tradicional McDonald’s, que tem os preços bem próximos dos praticados no Brasil.

Logo depois do “almoço”, ainda fomos até a Plaza San Martin, que parece mais sofisticada que a Plaza de Armas, mas sem tanto apelo, e pegamos novamente um táxi, dessa vez com trocados que conseguimos no Mac. Fomos para o sítio arqueológico Huaca Pucllana, no bairro de Miraflores. Novamente, a corrida foi de S/. 15,00 e chegamos lá por volta das 14h30.

Huaca Pucllana

  • Tempo ideal: 1 hora
  • Tempo utilizado: 1 hora

Esperamos alguns minutos na entrada da Huaca Pucllana até que a visita guiada em espanhol começasse.

A entrada para o sítio custou S. 12,00 cada e dá direito a uma visita guiada (em inglês ou espanhol), de cerca de  30 minutos, com explicações sobre o local. Não é possível visitar o sítio sem o acompanhamento do guia, embora várias vezes o guia avançava e ficávamos para trás, tirando fotos.

É uma pena pois realmente o guia fornece uma série de informações, mas ou eu prestava atenção nas informações ou tirava fotografias do lugar. Como as fotografias eu só poderia tirar naquele momento, optei por esse registro, e depois procurar informações na internet sobre o sítio.

Miraflores
Huaca Pucllana, uma pirâmide onde eram realizados cultos de adoração
e rituais, toda construída com tijolos de adobe

Huaca pode significar uma árvore, um morro ou até mesmo um rio, mas próximo do mar, a Huaca é o nome a que se designam monumentos feitos pelo homem, como essas pirâmides existentes em sítios como o Huaca Pucllana, feitos de tijolos de areia, barro e argila, ou até mesmo excrementos de animais. Ao contrário dos sítios no interior do Peru, feitos de pedra, aqui a matéria prima eram o que se encontrava no lugar. Nas Huacas, provavelmente eram realizadas cerimônias de cunho religioso ou de culto aos deuses, como rituais e sacrifícios.

Turistas no alto da pirâmide, durante visita guiada no sítio arqueológico

Em alguns trechos da visita, vemos como os índios faziam os tijolos de areia que compõem o sítio arqueológico, em forma de pirâmide. Em outros momentos, já no alto da pirâmide, vemos salas de rituais em homenagens aos deuses. O interessante é poder caminhar por entre essas construções, subir a pirâmide e vê-las sob diversos pontos de vista.

Esse sítio arqueológico se diferencia dos demais no Peru porque é feito com barro, ao invés de pedras (como em Machu Picchu ou Sacsayhuaman). Outro detalhe importante é que, como não faz muito sol em Lima, o templo e outros objetos que foram encontrados no local, não são em homenagem ao Sol, e sim em homenagem ao mar. 

Por isso também a localização no bairro de Miraflores, mais ou menos próxima do mar. Espertos esses índios peruanos. rs.

O lugar é interessante de fato, mas nada imperdível. De qualquer forma, num período curto como o nosso, de apenas 24 horas, achei representativo visitar um sítio arqueológico diferente dos demais que veríamos no restante da viagem, e ainda encravado entre prédios urbanos e residenciais, além de notar como o antigo e o novo podem se manter lado a lado.

Descansamos um pouco, sentamos em alguns gostosos bancos que foram dispostos na entrada do sítio, que também tem um elegante restaurante, visitado não somente porque aqueles que pretendem visitar a Pucllana.

Bairro de Miraflores

  • Tempo ideal: 1 hora
  • Tempo realizado: 1 hora
Miraflores
As flores de Miraflores

Caminhamos do sítio de Huaca Pucllana até o centro de Miraflores. É uma curta caminhada, de cerca de 20 minutos.

Por volta das 16h20 chegamos no centro do bairro de Miraflores,  uma grande praça com diversas lojas e restaurantes. Então encontramos o Parque Central de Miraflores ou Parque Kennedy, naturalmente bastante movimentado em dia de domingo.

O lugar possui jardins floridos e muito bem cuidados, e também conta com quadros de pintura expostos na rua. Essa foi uma entre outras surpresas que encontramos imaginando, por preconceito, que encontraríamos uma cidade pobre e mal cuidada. É verdade que certamente existem essas áreas distribuídas pela cidade, mas nas partes que visitamos, encontramos uma cidade organizada, limpa e bonita.

Ficamos ali algum tempo, apenas para tirar algumas fotos, mas era apenas uma atração no caminho para o Shopping Larcomar, que era nosso destino final.

Shopping Larcomar

Pouco depois das 17h chegamos no Shopping Larcomar, cujo grande diferencial é ser um shopping ao ar livre, que conta com um belíssimo mirante para as praias e para a costa de Lima.

Quando lá chegamos, encontramos um tempo ainda mais nublado, que mais parecia chuvoso mas de fato não estava chovendo. Com um tempo mais aberto, até me motivaria para descer até a praia e conferir mais de perto as águas do Pacífico, mas com o tempo como estava, nos contentamos com a vista lá de cima mesmo.

Vista das praias de Lima do mirante do shopping Larcomar
Algumas opções de restaurantes no Larcomar, com vista para o Pacífico

No shopping Larcomar, é possível encontrar vários restaurantes. Optamos pelo Restaurante Portofino, que foi o que nos pareceu ter a melhor vista para o mar e o melhor ambiente. Lógico, experimentamos o ceviche, que é um dos pratos mais típicos do Peru.

Restaurante Portofino, no shopping Larcomar
Ceviche, opção de prato imperdível no Peru

Durante o período em que jantamos, anoiteceu, e por volta das 19h saímos do jantar para o Parque de la Reserva.

Parque de La Reserva

  • Tempo ideal: 2 horas
  • Tempo realizado: 1 hora

Havia alguns táxis parados em frente ao Shopping Larcomar. Evite. Eles cobram preços mais caros do que o normal. Pagamos S/. 25,00 até o Parque, que fica no meio do caminho até o centro (que já havíamos pagado S/. 20,00).

Parque de La Reserva
Fonte do Arco Íris, umas das primeiras que encontramos no Parque de La Reserva

De qualquer forma, estávamos com pressa e acabamos pegando um deles mesmo. Em cerca de 15 minutos chegamos até o Parque de la Reserva, cheio em virtude do Circuito Mágico de Água.

Circuito Mágico de Água

O Parque de la Reserva é repleto de fontes luminosas, que durante à noite formam desenhos e espetáculos interessantes de luzes e cores. Em algumas das fontes, é possível interagir. É um passeio imperdível quando se está em Lima.

A mais interessante delas é com certeza um túnel por entre as águas, que não chega a molhar muito aqueles que passam entre elas. Outras são mais para crianças, como algumas que jorram águas do chão e formam labirintos, para que as pessoas fugam (ou não) das águas que jorram. Seria mais interessante se a noite estivesse quente.

É uma atração diferente e bastante divertida, que com certeza vale a visita. A entrada para o parque é de S/. 4,00.

Um dos pontos altos do Circuito Mágico de Água é esse túnel formado por jatos de água,
que é possível percorrer em seu interior

 Voltamos absolutamente cansados para o hotel, de táxi, por S./ 20,00. Mais uma vez o taxista não conseguia encontrar o nosso hotel. Chegando, ainda tínhamos comprado alguns salgados no supermercado e o pessoal do hotel nos deixou usar o microondas para cozinha para esquentá-los. Dali pra cama, boa noite.

Parque do Amor

“O Beijo”, estátua no Parque do Amor

O único lugar que ainda faltava visitar em Lima, daqueles que eu considerava imperdível, era o Parque do Amor. Ainda mais imperdível foi ficava a apenas alguns passos de nosso hotel.

Como tínhamos vôo para Cuzco às 10h20 da manhã, acordamos bem cedo e por volta das 7h20 já estávamos no Parque do Amor, para nossas últimas fotos em Lima. Novamente, dia nublado, o chão até um pouco molhado, talvez fosse mais sereno do que propriamente chuva.

O Parque do Amor é formado por mais um agradável jardim florido, algumas muretas com mosaicos coloridos e uma estátua chamada “O Beijo”, em que um casal, obviamente, dá um beijo com as águas do Oceano Pacífico ao fundo. 

A região também fica à beira-mar, possui diversos caminhos que são usados pelos limenhos para seus exercícios matinais, como corrida ou simplesmente caminhada.

O parque é cercado, além das flores, de mosaicos coloridos

Às 7h45 já estávamos de volta ao hotel para check-out e um carro do próprio hotel nos levaria para o aeroporto, por $ 22,00 dólares. Preferimos assim, por estarmos cansados dos taxistas não encontrarem nosso hotel.

Nosso vôo para Cuzco estava marcado para às 10h20, queríamos chegar com uma antecedência de 2 horas e conseguimos. Mas o vôo da LAN de Lima para Cuzco atrasou, o que iria também atrapalhar nossos planos em nosso primeiro dia em Cuzco.

Como conclusão, acredito que valeu a pena ter passado em Lima, que é uma cidade surpreendente e com atrativos bem interessantes, como a Plaza de Armas, o Circuito das Águas e a orla para o Oceano Pacífico. O tempo ideal para visita a Lima é de 2 dias, pois num dia é possível percorrer o centro histórico calmamente e no outro dia visitar as demais atrações. 

Lima também é repleta de museus (o Museu Larco é um dos destaques, não visitamos), que logicamente não são possíveis de visitar num roteiro apressado como o nosso. Embora rápida, nossa passagem por Lima serviu para nos introduzir para as belezas do Peru.

Confira a seguir: Cuzco – Diário de Viagem

Clique aqui para tudo o que você precisa saber: 
© 2012 Fabio Pastorello. Todos os direitos reservados. A reprodução de textos e/ou imagens não é permitida sem prévia autorização do autor. 
share on:
Fabio Pastorello

Fabio Pastorello

Editor do Viagens Cine, fotógrafo e videomaker. Curte cinema e leva a vida e as viagens com toques de romance, drama e aventura. Formado em Letras, ex-bancário e muito mais feliz como blogueiro de viagens.

23 comentários

  1. Olá Fábio, pra começar adoro seu blog e planejei minha viagem com meu namorado em dezembro para Curação/Aruba toda aqui, kk, e estou planejando já para o Peru, então, eu li no post do Atacama vc dizendo para mudar o país ao comprar passagem na Latam, é tranquilo mesmo, tudo normal igual que fosse com “modo Brasil ativado”rs ? Abraço

    1. Oi, Matheus. Que máximo, curtiu Aruba e Curaçao? Então, eu adotei esse procedimento e foi tranquilo, mas se eu tivesse que fazer qualquer alteração na passagem, seria um problema, pois aí não poderia contar com o atendimento da LATAM no Brasil e sim pelo Chile. Então acho que só vale a pena o “risco” se a diferença de preço for boa. Abração.

  2. Oi, Fábio! Matéria muito interessante – aliás, o blog em geral é muito bom. Eu queria na verdade uma opinião sua 😛 Tenho uma conexão de apenas 8h em Lima. Me disseram que dá pra fazer Ruínas + Miraflores ou o Centro Histórico. Não tem uma maneira de encaixar os três não? Quais lugares você sugere?

    1. Oi, Vickawaii. Muito obrigado. Se você tem 8h livres mesmo, dá para fazer as ruínas, centro e Miraflores sim. Agora se as 8h ainda incluem o trajeto do aeroporto, aí pode ficar um pouco corrido. Eu eliminaria as ruínas, por ser um passeio guiado que irá tomar mais tempo. Abraços.

  3. Olá, Jéssica. Que bom que gostou. Eu também já li muita coisa depois da viagem que agora me dá vontade de querer voltar para aproveitar melhor. Fazer o que né, a gente volta. hehehe… Abraços e parabéns pelo blog.

  4. Não tinha a menor idéia da beleza dessa cidade! Sempre que ouço falar de Peru, imagino logo Cuzco e Machu Piccho, e esqueço que Lima é a capital. Então vale muito a visita, não? Parabéns pelas fotos e pelas dicas!

Deixe um comentário

Esse site utiliza o Akismet para reduzir spam. Aprenda como seus dados de comentários são processados.