O que fazer em Machu Picchu – Peru

O que fazer em Machu Picchu? Como chegar? Qual a história de Machu Picchu. Confira a seguir um roteiro detalhado com fotos de uma das 7 maravilhas do mundo.

Saiba como foi nosso dia percorrendo as ruínas e o que fazer na cidade inca.

A cidade ficou perdida durante muitos anos até ser redescoberta em 1911 e transformar-se num dos destinos mais disputados pelos mochileiros e viajantes do mundo inteiro. Não é para menos, é um lugar realmente incrível e inesquecível. Uma de nossas melhores viagens.

Comentários ou dúvidas são bem recebidos e serão respondidos com prazer.

O que fazer em Machu Picchu

Explorando uma das sete maravilhas do mundo

 

Ruínas de Machu Picchu - O que fazer
A cidade inca de Machu Picchu, perdida e somente descoberta em 1911

SINOPSE

  • Nosso dia começou cedo em Machu Picchu, pegamos o ônibus por volta das 6h para subir até a entrada da cidade inca.
  • Já lá dentro, percorremos os setores agrícola e urbano e tiramos fotos no tradicional ponto de vista da cidade.
  • Depois de satisfeitos de tantas fotos, partimos às 10h para a trilha até Waynapicchu, montanha que você vê no fundo da paisagem de Machu Picchu.
  • A trilha, de nível moderado, levou cerca de 2h30 (ida e volta) e o visual lá de cima é impressionante.
  • Descansamos, novas fotos e contratamos uma guia para nos apresentar os detalhes da cidade, e vimos muita coisa que não tínhamos visto sozinhos.
  • Finalmente, terminamos o dia na trilha para a Ponte Inca, essa trilha, de nível fácil, dura cerca de 30 minutos (ida e volta) e conta com visuais impressionantes para o vale do rio Urubamba.

Era dia de meu aniversário, então também nada melhor do que ganhar esses lugares maravilhosos como presente.

História de Machu Picchu

Como a nossa guia nos explicou,  a cidade ficou escondida durante muito tempo, devido à sua localização, escondida entre as montanhas. Tanto que os colonizadores espanhóis nunca chegaram ali. Sua descoberta aconteceu em 1911.

Nossa guia também nos explicou que algumas partes são originais e outras reconstruídas. Ao contrário de outros sítios arqueológicos, a diferença entre um e outro é imperceptível para que não conhece as características.

O que determina o que é original ou não são os encaixes entre as pedras. Tudo o que é original é composto de pedras maiores e os espaços entre as rochas é mínimo, ou seja, a precisão de encaixe entre as pedras é perfeita. 

Cleber e eu, no tradicional ponto de fotografias em Machu Picchu, tem até fila para posar ali

As duas partes de Machu Picchu

Machu Picchu é formada de duas áreas principais, que veremos destacadas a seguir. Nosso primeiro contato foi com a zona agrícola, cuja principal imagem são os terraços de cultivo e armazenagem de alimentos, que de longe parecem grandes escadarias (quando chegamos perto percebemos que os degraus são maiores do que a altura de um ser humano).

A outra zona é a urbana, onde conheceremos os templos, as praças e as casas de pessoas importantes da cidade inca.

Considerado Patrimônio Mundial da UNESCO, o que garante a sua preservação (com medidas por exemplo como o limite de visitantes por dia). Até se especula que Machu Picchu será fechada à visitação, já que muitos dos turistas não respeitam a cidade, pisando nas rochas antigas e transitando em grande quantidade. Portanto, é bom conhecer o quanto antes.

Locação Cinematográfica

No filme “Diários de Motocicleta” (The Motorcycle Diaries, 2004), de Walter Salles, sobre a viagem de Che Guevara e seu amigo Alberto Granado pela América do Sul, a produção tem locações em Machu Picchu. A viagem do ainda jovem médico Ernesto Guevara (Gael Garcia Bernal), que provavelmente inspirou muitos outros viajantes, ocorreu nos anos 50 e é interessante notar no filme como os dois amigos chegam pela trilha inca e encontram uma cidade deserta. Naquele espaço silencioso, eles conseguem relaxar e provavelmente sentir melhor a magia daquele lugar.

Veja nosso post sobre o filme “Diários de Motocicleta”.

Ernesto Guevara e Alberto Granado chegam em Machu Picchu
Che Guevara posa para fotos em Machu Picchu

Nós, pobre mortais, temos que conviver com milhares de turistas, circulando por todos os lados e às vezes até fazendo filas para tirar fotos em determinados lugares. Nada que tire o encanto desse lugar inesquecível, cuja sensação de deslumbramento supera qualquer super população.

Na sequência do nosso dia pelo Vale Sagrado, às 16h30, em Ollantaytambo, embarcamos no trem da Inca Rail para Águas Calientes.

Machu Picchu – Como Chegar

Comprar a Passagem

  • Compre sua passagem de trem com antecedência pela Internet. As empresas Inca Rail e Peru Rail trabalham com alguns horários. No caso da Peru Rail, que tem trens partindo de Cuzco, as passagens se esgotam mais rapidamente.
  • Nós partimos de Ollantaytambo, depois do passeio ao Vale Sagrado. De lá, existem mais opções de trens e horários para Águas Calientes, lugar que fica na base de Machu Picchu.
  • Compramos a passagem de trem com antecedência, pelo site da Inca Rail, com um cartão Verified by Visa (só o Bradesco emite esses cartões). Para quem não tem, acho que é possível somente fazer a reserva e pagar em Cuzco, no escritório da Inca Rail que fica na Plaza de Armas.
  • Mesmo para quem compra e paga a passagem pela Internet, tivemos que passar no escritório em Cuzco para trocar a reserva pela passagem. O escritório da Inca Rail em Cuzco fica na Plaza de Armas.

Pernoite em Águas Calientes

  • Optamos por pernoitar em Águas Calientes para sair bem cedinho para Machu Picchu.
  • Chegando em Águas Calientes, também já é bom comprar as passagens de ônibus de Águas Calientes para Machu Picchu, em um guichê que fica perto da estação de trem. Mesmo assim, você irá pegar filas consideráveis no dia seguinte para embarcar.

Comprar o Ingresso de Machu Picchu e Huayna Picchu

  • Para entrar em Machu Picchu, não há horário delimitado, para a trilha é preciso definir um horário. Optamos pelas 10h, pois acreditamos que o tempo estaria mais limpo, mas o desgaste também é maior por causa do sol.

A viagem de trem até Águas Calientes

Durante a compra no site da Inca Rail, não é possível escolher o assento, por isso quando retirei o bilhete em Cuzco, perguntei ao atendente se o lugar era no lado esquerdo do trem.

Segundo eu tinha lido na internet, esse é o melhor lado para viajar, pois durante todo o tempo é possível acompanhar o curso do rio Urubamba. O atendente da Inca Rail me respondeu apressadamente que sim, mas logicamente que não era.

Enfim, sentamos no nosso lugar no lado direito do trem mesmo.  Além do lugar errado, outro senão da viagem é que você senta de frente para outras duas pessoas, portanto não dá pra esticar os pés direito. Além disso, não há muito lugar para colocar as bagagens pelo trem, então viajei com a mochila no colo.

Aprendendo com outros viajantes

Logo que sentamos, conhecemos um casal de brasileiros sentados à nossa frente. Foi ótimo conhecer o casal e ficamos conversando durante todo o tempo da viagem e trocando ideias sobre a viagem.

Trem para Machu Picchu
A viagem de trem até Machu Picchu é uma atração por si só e merece ser percorrida durante o dia.
Esse registro foi na nossa volta para Ollantaytambo

Tudo o que nós fizemos, o casal havia feito mais barato e/ou melhor. rs. O passeio pelo Vale Sagrado eles pagaram S/. 20,00 e ainda por cima foi um passeio customizado, especialmente para as pessoas que iriam pegar o trem às 16h30 em Ollantaytambo. Portanto, foi tudo mais rápido e eles de fato conseguiram visitar o sítio histórico de Ollantaytambo, ao contrário de nosso roteiro roubada, conforme você pode conferir (se ainda não conferiu), no diário de viagem do Vale Sagrado.

Nós estávamos tirando dinheiro nos caixas eletrônicos (para cada saque, pagamos uma taxa de S/. 13,00, além do IOF cobrado pelo uso do cartão de crédito no exterior), enquanto eles pagavam as coisas em dólares (para evitar a conversão indevida da moeda por alguns hotéis, que usam taxas extorsivas) ou faziam saques no Banco do Brasil.

Enfim, cada vez mais aprendo mais com outros viajantes.

O percurso é muito bonito, mas como estava entardecendo, e o trajeto é cercado por montanhas, não há muita luz no percurso, portanto recomendo fazer o trajeto durante o dia. Pode parecer tempo perdido, já que a viagem dura cerca de duas horas, mas a viagem de trem também foi uma das maravilhas da viagem. 

Chegada em Águas Calientes

Águas Calientes - Base para Conhecer Machu Picchu
Em Águas Calientes, cidade base para conhecer Machu Picchu

Chegamos em Águas Calientes por volta das 18h30, já noite.

Onde Ficar em Águas Calientes

Nos despedimos do casal brasileiro e seguimos até o nosso hotel. Já tinha traçado a rota pela internet, então foi fácil localizar o Hotel Wiracocha Inn. Ele fica na rua do rio que atravessa Águas Calientes, o único porém é que está no alto de uma ladeira. Mas enfim, subir ladeiras, escadas, degraus, é o que mais fizemos nessa viagem.

A entrada do hotel nos surpreendeu. Eu estava esperando algo bem mais simples, pelas descrições que havia lido na internet. Um saguão amplo, a atendente mais uma vez simpática (como é de praxe no Peru), nos informamos sobre horários de café da manhã e subimos para o quarto (nada de elevadores).

O quarto tinha alguns mosquitos e moscas, imediatamente coloquei meu dedetizador de tomada, mas não chegou a adiantar muita coisa. Brigamos um pouco com a água do chuveiro, que às vezes não esquentava, mas com o tempo aprendemos a lidar com ela. Portanto, fora os insetos no quarto e o chuveiro, tudo no hotel estava a contento.

Noite em Águas Calientes

Saímos para jantar rapidamente. Nossa intenção era voltar cedo, pois no dia seguinte queríamos acordar bem cedo para explorar Machu Picchu.

Noite em Águas Calientes
A rua movimentada de Águas Calientes, onde se concentram a maior parte dos restaurantes

Descobrimos uma Águas Calientes surpreendente. O povoado é muito animado, cheio de restaurantes, gente feliz andando na rua, muita música, várias lojas, enfim, um típico local turístico.

Conversando com o casal de brasileiros e algumas amigas deles, eles haviam cogitado de ir a um lugar chamado Índio Feliz, mas achamos o restaurante caro, embora a decoração fosse bem interessante.

Preferimos outro numa rua paralela ao rio, que oferecia o menu turístico por S/. 18,00. O menu incluía salada, prato principal e bebida. O Cleber olhou com cara suspeita, mas depois descobrimos que outros lugares por ali faziam o menu por até S/. 15,00. Gostamos ainda mais da noite de Águas Calientes depois dessas opções baratas de refeição. E a comida estava ótima, surpreendentemente, prato bem servido, garçom muito simpático.

E ainda por cima uma banda de música típica ficou tocando ao nosso lado, na rua. Animação completa, com direito à música ao vivo.

Ônibus de Águas Calientes para Machu Picchu

6h da manhã. Acordamos às 5h, tomamos café e por volta das 6h estávamos na fila para pegarmos o ônibus para Machu Picchu. As filas começam cedo, pois não somente nós, mas todos querem chegar o mais cedo possível na cidade inca.

O ônibus para Machu Picchu custa $ 17,00 (dólares) ida e volta, e os horários vão desde às 5h30 da manhã e volta até às 17h30. O ponto de ônibus é na esquina da linha do trem com o rio, e o ponto de venda é ali próximo, na Avenida Hermanos Ayar (rua que tangencia o rio Urubamba). É bem fácil de achar, o local também está cheio de gente, principalmente pela manhã. 

Na fila para pegar o ônibus para o Machu Picchu. Quem está com cara de sono aí???
Subida para Machu Picchu, vales incríveis no caminho de ônibus

Ainda em Águas Calientes, mas já dentro do ônibus, notamos que o caminho é bastante interessante, e pensei em fazê-lo a pé no dia seguinte, pelo menos o trecho até a entrada do parque. E a subida pelas montanhas também encanta, conforme vamos percorrendo a região, cada vez mais alto, começamos a ver a cidade e o rio lá de cima.

Depois de 20 ou 30 minutos, chegamos na entrada de Machu Picchu. Havia uma pequena fila, mas bem rápida.

A cidade perdida de Machu Picchu

Como Machu Picchu foi descoberta

Machu Picchu foi descoberta em 1911 por Hiram Bingham (há uma placa dele logo na entrada). A forma como foi construída ainda hoje intriga arquitetos, os incas utilizaram atráves de várias técnicas transportar blocos pesadíssimos de pedra das montanhas para a cidade. E melhor, ainda conseguiram esculpir e polir esses blocos, de forma que o encaixe entre as pedras é perfeito.

Ao contrário das partes restauradas, por exemplo, cujas pedras foram encaixadas sem muita precisão. Interessante que a arquitetura inca se mostre mais competente nesse aspecto do que a forma como partes da cidade foram reconstruídas nos dias de hoje.

Entrada para Machu Picchu - Dicas Gerais
Entrada para a cidade inca de Machu Picchu

Antes de passarmos a catraca de entrada para o parque, começamos a nos planejar para nosso extenso dia por lá.

Machu Picchu – Entrada

Dicas Gerais 

  • Do lado de fora da catraca, existem banheiros, lanchonetes e guarda-volumes.
  • O guarda-volumes do lado de fora é mais caro, existe outro após a catraca que cobra S/. 3,00.
  • O banheiro também é pago, S/. 1,00.
  • A lanchonete possui preços exorbitantes, se puder evite.
  • Teoricamente, não é permitido entrar com bebidas ou comidas, mas todo mundo entra, e eles não revistam a mochila. É impraticável fazer uma trilha para Waynapicchu sem uma garrafa de água, portanto faça suas comprinhas em Águas Calientes.
  • Levamos castanhas do pará para a trilha. É leve, prático e repõe as energias.
  • É bom lembrar que lá dentro, no sítio arqueológico, não existem banheiros nem lanchonetes, nem camelôs nem nada do gênero (rs), então é só na entrada mesmo que se encontra esse tipo de infraestrutura.
  • É possível entrar e sair de Machu Picchu quantas vezes quiser, com o mesmo bilhete.

Quando Fazer a Visita Guiada

Logo de início, também existem vários guias oferecendo a visita guiada. Recomendo fazer logo ao chegar, mais tarde fica difícil se encaixar em algum grupo e você pode (assim como nós) ter que arcar com os custos do guia sozinho.

Como somos desesperados por fotos, optamos por visitar primeiro os lugares sozinhos, assim aproveitamos para tirar quantas fotos queríamos. E nada como aquela visão de primeiro momento, aquele deslumbramento inicial. Depois a gente perde um pouco a sensibilidade.

É importante considerar também que antes das 10h, a cidade inca ainda está razoavelmente tranquila, porque os visitantes que fazem bate e volta de Cuzco (e que são a maioria) ainda não chegaram por lá. Depois das 10h, a cidade fica muito mais cheia. Portanto, aproveite esses momentos ao máximo.

Dessa forma, começamos nosso passeio sozinhos. Existem muitos caminhos para percorrer, trilhas longas, trilhas curtas, o importante é escolher o seu e desbravar essa que foi considerada uma das 7 maravilhas do mundo moderno.

Perdida durante 3 séculos

A cidade inca foi construída no século 15 e foi acredita-se que foi abandonada em virtude de um surto de varíola e também após a conquista do Império Inca pelos espanhóis. A cidade ficou perdida durante 3 séculos, para ser redescoberta em 1911 por Hiram Bingham (nome aliás de um trajeto de trem da Peru Rail).

Ruínas de Machu Picchu - História
Machu Picchu, uma das New7Wonders of the World

Machu Picchu foi considerada uma das 7 novas maravilhas do mundo, pela New7Wonders of the World. Entre as maravilhas do mundo eleitas por essa iniciativa, também se encontram o Cristo Redentor, o Coliseu e as Muralhas da China. Recentemente, também houve uma votação para as 7 maravilhas na natureza, e as Cataratas do Iguaçu foram consideradas uma dessas 7 maravilhas.

O sol estava escondido ainda pela manhã, então não tivemos aquela vista almejada dos primeiros raios de sol sobre a cidade inca. Mas Machu Picchu é linda de qualquer jeito, então mesmo sem Sol começamos a tirar fotos dos inúmeros ângulos que encontrávamos.

Em determinado momento (por volta das 8h), o sol finalmente apareceu, então foi um tal de repetir as mesmas fotos, agora com uma luz diferente, para tentar registrar todas as belezas do lugar.

As áreas de Machu Picchu: Setor Agrícola

O setor agrícola foi um dos primeiros pontos que começamos a explorar, que conta com os terraços de cultivo (que de longe parecem grandes degraus) e os armazéns. Nesse ponto também é possível notar que existem áreas da cidade que foram restauradas (contam, portanto, com pedras pequenas empilhadas), enquanto outros ainda foram mantidos no estado em que foram descobertos, no início do século XX.

Machu Picchu - Terraços do Setor Agrícola
Terraços agrícolas e os armazéns de depósito

Os terraços são construídos por pedras grandes, outras nem tão grandes, cascalho, argila e a própria terra onde os alimentos seriam cultivados. Toda essa estrutura é construída para evitar que tudo se desmorone em função das chuvas (já que chove muito nessa região).

Os terraços foram utilizados até o século XX. Para quem olha de cima de cidade inca, é possível notar terraços menores na parte baixa de Machu Picchu.

As grandes construções ao lado da escadaria, que parecem casas, na verdade funcionavam como armazéns para os alimentos.

Caminhos pela cidade inca e a Casa do Guardião no alto

Cartão Postal de Machu Picchu

Algumas horas depois (rs), conseguimos avançar por um segundo ponto. No caso, subimos uma escadinha um pouco íngreme para termos aquele ponto de vista tradicional da cidade de Machu Picchu. Apesar de ainda ser cedo, o ponto já estava bem movimentado, e de um determinado ponto (sobre uma rocha que é quase um mirante), há até fila para tirar fotos e se registrar naquele lugar emblemático.

Esse é um dos primeiros pontos para quem chega da trilha Inca (aquela que dura 3 dias de caminhada e sai do Vale Sagrado), portanto a vista de lá ser tão famosa.

Recanto do Gardião

Na foto acima, é possível ver uma casa lá no alto, que quando estamos caminhando por Machu Picchu almejamos chegar lá em cima. Nesse ponto, que parece o mais alto da cidade inca, encontra-se a casa chamada Recinto do Guardião. Dessa região é também o ponto para onde saem as trilhas da Ponte Inca e Intipunku.

Machu Picchu - Recinto do Gardião
O Recinto do Guardião, casa localizada no topo da cidade inca, de onde se tem uma vista ampla da cidade
Machu Picchu - Vale do Rio Urubamba
Visão impressionante de Machu Picchu, de onde se avista a cidade por inteiro e também as montanhas que a rodeiam, e lá embaixo o Vale do rio Urubamba

Presente de aniversário

Uma das fotos que mais gostei, porém, foi mirando a cidade inca e a montanha de Wayna Picchu ao fundo. Postei essa foto no Facebook com o seguinte título: meu presente de aniversário. E de fato foi. Toda a viagem foi planejada para que, exatamente no dia 19 de setembro, meu aniversário, eu estivesse no ponto alto de nossa viagem, exatamente em Machu Picchu.

Como se não bastasse estarmos lá nesse lugar impressionante, assim como eu outros aniversários que também escolhi viajar, fui presenteado com um dia lindo e o sol brilhou durante a maior parte do dia. Cleber sabe como eu fico abatido quando o dia não está bonito, mas obviamente Machu Picchu já seria bonita de qualquer jeito, mas com o sol radiante, meu presente de aniversário ficou ainda melhor.

Meu presente de aniversário

 

Carimbo de Machu Picchu

Depois de explorar os setores agrícolas e a parte alta de Machu Picchu, resolvemos voltar até a entrada, onde guardamos parte da nossa bagagem e fomos ao banheiro, para então começar a enfrentar a trilha até Wayna Picchu, o monte que se avista ao fundo da paisagem da cidade.

Machu Picchu - Carimbo no Passaporte
Carimbo no passaporte

Na entrada, aproveitei para bater um carimbo de Machu Picchu no meu passaporte. O carimbo fica numa mesa, e cada um pode ir lá e bater o carimbo em seu passaporte, para registrar sua passagem por lá.

Devidamente carimbados e livres de boa parte de nossa bagagem de mão, tomamos o rumo da montanha de Wayna Picchu.

Diário de viagem de Huayna Picchu

 

As áreas de Machu Picchu: Zona Urbana

 
Praça Principal de Machu Picchu
Zona Urbana e a praça principal, Waynapicchu ao fundo, a grande montanha

Depois de Waynapicchu, foi a vez de percorrermos melhor o setor urbano de Machu Picchu, que gira em torno da Praça Principal, do Setor dos Templos, do Templo das Três Janelas, do Grupo das Três Portas e do Templo do Sol. Esses lugares terminamos por conhecer em melhor detalhes durante a visita guiada.

É um grande muro que divide a área agrícola da zona urbana, onde também se encontra um fosso, que era utilizado como drenagem de água da cidade. No alto do muro, a porta de entrada para Machu Picchu, zona urbana.

Intihuatana, uma pedra usada para fins astronômicos, não pode ser tocada

Às 14h voltamos novamente para a entrada de Machu Picchu, tomamos um coca de 1 litro por S/. 20,00 (eu estava precisando muito de algo gelado).

Dicas para Escolher o Guia em Machu Picchu

Na entrada do sítio, vários guias ficam oferecendo seus serviços aos visitantes.

Optamos pela guia Rosana, que nos pediu S/. 60,00, mas barganhamos até que ela fechou por S/. 50,00. Se pelo menos estivéssemos em 4 pessoas, ficaria apenas S/. 15,00 por pessoa, mas somente em dois ficou um pouco mais pesado.

Ficamos aguardando cerca de 30 minutos para ver se ela conseguia mais alguém para dividir, mas não aconteceu. Ou seja, se você pretende economizar, é melhor procurar um guia logo pela manhã, assim fica mais fácil dividir os custos.

Diante das gigantescas pedras, nossa guia contou o número de extremidades que aquele bloco de granito possuía

Passeio com Guia vale a pena?

O passeio guiado realmente é interessante. Em determinado momento, depois de ver tantas ruínas e a cidade de tantos pontos de vista, parecia que nada mais me chamava a atenção. Fiquei meio insensível às belezas do lugar e a visita guiada me reabriu os olhos para detalhes. 

Um dos momentos que eu não me esqueço é quando a guia parou diante de uma pedra gigante e contou nela mais de 30 ângulos diferentes.

A visita guiada também nos orienta para a função de cada espaço dentro daquela estrutura. Também me ajudou a imaginar como era a vida por ali, as portas, as janelas, os túneis de água, como cada espaço era utilizado, tudo isso colabora para entender melhor como era a vida originalmente naquele espaço grandioso que estávamos visitando.

Conhecendo melhor as pedras

Nossa guia ressaltou para a diferença entre as pedras, ou seja, nas construções com pedras maiores eram onde se encontrariam as residências das pessoas mais importantes. As pedras são cuidadosamente talhadas, em formas de retângulos, mas algumas podem possuir até 30 extremidades. A união dos blocos é aparentemente perfeita, nem parece que tem rejunte, mas tem uma argamassa para deixar as pedras unidas.

Visita com Guia em Machu Picchu
A Praça Principal (que não pode ser percorrida pelos turistas, por isso o verde da grama domina a paisagem)
Terraços Agrícolas de Machu Picchu
Um dos últimos lugares que nos deslumbrou em Machu Picchu,
novamente o setor agrícola, mas de outro ponto de vista

Depois de 1h30, terminamos nossa visita guiada e nossa guia Rosana nos aconselhou a fazermos a trilha para a ponte Inca, um trilha curta (de cerca de 20 minutos), que era o que ainda poderíamos fazer. Nisso, já eram cerca de 15h30.

Trilha Ponte Inca

Andar por Machu Picchu, além da dificuldade de subir e descer escadas, é também difícil porque a cada caminho nosso desejo de tirar uma nova fotografia é despertado. Depois da visita guiada, em que tiramos poucas fotos para prestar mais atenção nas explicações, meu desejo de fotografar reacendeu. Por isso, só fomos chegar na entrada da trilha da Ponte Inca pouco depois das 16h.

Uma das portas distribuídas pelo sítio, pedras grandes e pedras pequenas se alternam
Detalhe dos diversos desníveis de Machu Picchu, de longe parecem degraus, mas de perto você vê que
só com escadas é possível avançar de um nível para o outro
Uma árvore fincada no meio da zona urbana domina a paisagem da cidade inca

Conclusão Geral

Com isso, encerramos nosso dia em Machu Picchu. Voltamos até com certa pressa (por outro caminho que não havíamos percorrido ainda), pois às 17h o guarda-volumes fechava. O último ônibus só sairia às 17h30, então para isso ainda tínhamos tempo.

Quando planejei a viagem para Machu Picchu, havia deixado dois dias para Machu Picchu, pois imaginei que seria tanto para ver, que seria melhor um dia adicional. Ainda temia que o tempo no dia de nossa visita estivesse ruim, então teríamos um dia alternativo para registrar fotos com sol. No entanto, tudo correu muito bem. Conhecemos bem a cidade, conseguimos fazer duas trilhas, a visita guiada e num lugar em que os incas idolatraram o Sol, conseguimos ver a cidade inca sob a luz do Sol (que deixa seus campos verdes ainda mais verdejantes). Enfim, um pacote de presentes de aniversário reunidos.

Vista de Machu Picchu com uma alpaca se alimentando à esquerda
Alpaca em Machu Picchu
A alpaca entrou na frente do Cleber bem na hora da foto. Aparecida.

Dessa forma, o segundo dia acabou tornando-se dispensável. A dispensa da visita no segundo dia também é colaborada pela alta taxa de visita (S/. 152,00 com Waynapicchu). Dessa forma, sobrou uma manhã em Águas Calientes para preenchermos como quiséssemos.

Na sequência, diário de viagem de Ollantaytambo e Sacsayhuaman, parte final de nossa viagem.

Leia a seguir: Ollantaytambo – Diário de Viagem

Links de referência:

Wikipedia
New7Wonders of the World

Clique aqui para tudo o que você precisa saber: 
 

© 2012 Fabio Pastorello. Todos os direitos reservados. A reprodução de textos e/ou imagens não é permitida sem prévia autorização do autor.

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Fabio Pastorello

Fabio Pastorello

Editor do Viagens Cine, fotógrafo e videomaker. Curte cinema e leva a vida e as viagens com toques de romance, drama e aventura. Formado em Letras, ex-bancário e muito mais feliz como blogueiro de viagens.

30 comentários

  1. Boa noite,

    ótimo resumo. Resolvi ir para o Peru e MP com meu namorado ontem, e vamos já dia 15/09, estamos um pouco enrolados,rs
    Gostaria de passear de carro mas ainda não consegui decidir como, vamos ficar 10 dias.
    Como vocês fizeram na volta de MP? Sairam de Aguas Calientes direto para Cusco?

    Obrigada,

    Marilia Guedes

  2. Oi, Lily. Tomara que faça um sol lindo para você!!! Em relação aos horários, pela manhã é mais fácil encontrar guias e dividir com outras pessoas. Quanto mais tarde, mais difícil fica para rachar. Acho legal fazer essa trilha também, recomendo a trilha da Ponte Inca, é bem curtinha e sensacional. Já vi que você já está arrasando nas fotos. Bjs e boa viagem!!!

  3. Oi Fábio… kkkk… hoje eu mobilizei um monte de gente (você percebeu no Instagram??). Convoquei os amigos para me contarem como foi. Todos, sem exceção, que fizeram a trilha, me disseram que foram bem, tranquilos, sem medo, sem situações pavorosas de medo ou pavor. Disseram que é bem marcada, com cordas em muitos momentos ajudam e que é realmente muito cansativa.
    Agora é torcer para os deuses incas colaborarem com o tempo! Se Deus quiser, estará lindo, céu aberto!
    Bom saber que o fator "cidade vazia" não é diferencial. Isso já conta bastante. Estava triste pensando nisso também. Você acha que a gente consegue fazer a trilha a Huayna Picchu às 07h (esse é nosso horário mesmo), depois voltar por volta das 10:30 e pegar um guia para passeio às 11:00?? Depois da visita guiada, o que você acha de fazermos o passeio pela Estada do Sol até a Porta do Sol? Todos dizem que é muito bonito mesmo contemplar Machu Picchu de lá!
    Puxa, obrigada por acompanhar minhas fotos! Mas quem arrasa mesmo é você! Eu sou ainda amadora!!! Espero não decepcionar!
    Pode deixar que a velha guerreira de trilhas, minha bota da Timberland, já está na mala! Embarco no sábado para essa aventura!
    Valeu pela força!
    Bjos,
    Lily Pestana
    http://www.blogapaixonadosporviagens.com.br

  4. Oi, Lily. Entendo perfeitamente as suas questões, pois passei por todas elas antes de ir. Para mim a descida é sempre pior que a subida, pelo medo de escorregar.

    Olha, eu não sei se rola trocar o horário, mas você pode tentar. Se por um acaso não conseguir, avalie como estará o tempo. E como está a sua disposição.

    Mas em relação à Machu Picchu mais vazia, não acho um fator tão relevante. Nós pegamos a cidade inca mais vazia pela manhã, mas depois tivemos que fazer tudo de novo porque o tempo melhorou e queríamos novas fotos com o sol brilhando. rs.

    Enfim, há muito o que fazer por lá, se por um acaso você decidir não fazer o Huayna Picchu, ainda assim vai aproveitar bastante, como a Trilha da Estrada do Sol, é essa mesmo que garante a visão de quem chega pela trilha inca.

    Eu torço para que você resolva subir, pois adoro suas fotos e estou curioso para ver seus registros. Mas de qualquer forma, tenho certeza que você aproveitará muito, subindo ou não o Huayna Picchu. E capriche no calçado, hein?

    Bjs, boa viagem e obrigado pela visita. 🙂

  5. Olá Fabio!
    Li todos os posts!
    Embarco no sábado para o Peru e estou muito ansiosa. Contudo, estou também desanimada para subir Huayna Picchu. Comprei os ingressos para o primeiro horário, das 7h, acho que foi um erro. Primeiro, porque perderei a oportunidade de ter Machu Picchu mais vazia indo logo fazer a trilha. Segundo, porque pode ter neblina cedo. Terceiro, bateu um medo da trilha e, embora eu não me considere uma pessoa com acrofobia (realmente não tenho medo de altura) eu tenho muito medo de escorregar em escadas e já levei muitos tombos (a maioria fruto de sapato inadequado). No meu lugar, o que você faria? Deixaria Huayna Picchu para lá? Tentaria trocar a entrada para às 10h e ver na hora se rola ou não fazer a trilha? E a trilha da Estrada do Sol, o que pensam sobre ela? Vale a pena? É a mesma trilha por onde chegam os que vêm da trilha Inca, certo? Óh céus! Que confusão que eu fiz comprando esse ingresso para às 7h, viu?
    Enfim, obrigada pela atenção!
    Beijos,
    Lily Pestana (@apaixonadosporviagens)
    http://www.blogapaixonadosporviagens.com.br

  6. Fábio, preciso agradecer pelas dicas do seu blog. Vou ao Peru em outubro com marido.
    Estou conhecendo agora o blog e certamente irei continuar lendo sobre outros destinos.
    Gostei muito do vídeo também. Percebe-se que você o editou com muito carinho.
    Abraços,
    TT @terezastela

  7. Oi, Vanessa. Adoramos ser invadidos. hehehe… Em relação aos guias, logo cedo é fácil conseguir sim, inclusive mais fácil para dividir com outras pessoas também, assim fica mais barato. Agora em relação a ser bom, aí já vai mesmo de feeling na hora, pois sem indicação fica difícil saber. Nós gostamos da nossa e pegamos assim mesmo sem referência, um casal que conhecemos por lá também tinha pego um guia que era bom. Mas procure conversar um pouco com o guia, sentir se pelo menos rola empatia.
    Em relação ao horário, a vantagem de fazer logo cedo é que a "cidade" ainda está meio vazia, a desvantagem é que você vai ficar com vontade de ficar tirando fotos, e sugiro deixar isso para depois. Na hora da visita, o negócio é ficar prestando mais atenção na visita guiada e nas informações. E deixar para fotografar depois, quando vocês estiverem sozinhos. Abraços.

  8. Fabio, com licenca, mas "invadi" seu blog aqui e estou devorando os posts sobre o Peru…rs…muito bem escritos e so estao aumentando a minha ansiedade!! Deixa eu ver se vc pode me ajudar: eu vou dormir em Aguas Calientes para pegar o primeiro bus a Machu Picchu, e faco muita questao de um guia. Nesse horario assim cedo ja eh possivel conseguir? Eles sao bons? Meu amigo que vai viajar comigo tem receio de pegarmos um despreparado. Tenho Wayna Picchu as 10 e meu trem de volta parte as 15:30…. Fazendo a visita guiada logo cedo, vc acha que da pra explorar bem MP? Obrigada!! Vanessa http://www.ciaoviaggio.com

  9. Lugar impressionante!
    Fiquei chokita de encanto com as belas fotos que vc tirou! Congrats!
    Fazemos aniversário no mesmo dia! hehe
    Que belo presente vc se deu! =D

  10. Poxa, muitíssimo obrigado, Queli. Espero que tenha instigado sua curiosidade e vontade de ir logo, recomendo, não somente por Machu Picchu, mas toda a região e pelo Peru, que é um país muito bom de se visitar. Abs.

  11. Fabio Parabens…
    Adoro o seu blog, é formidavel … quero conhecer Machu Picchu e gostei muito das dicas.

    Queli Bispo

  12. Oi, Ana Paula. Muito obrigado pelo seu comentário. Olha, quanto ao trem, de Machu Picchu para Ollantaytambo o último horário é por volta das 19h (Inca Rail), mas se você vai dormir em Cuzco, existe um trem direto da Peru Rail de Machu Picchu para Cuzco (Poroy) que sai às 17h27. Outra opção também é pegar o trem até Ollantaytambo e depois uma van ou táxi de Ollantaytambo para Cuzco (acho mais complicado, é melhor pegar o trem direto). Depois confirme nos sites da Inca Rail e Peru Rail os horários e se puder, garanta o seu ticket o quanto antes. Abs e boa viagem, Fábio. Volte sempre!

  13. Fábio, sem palavras para o seu blog. Sensacional. Vou pra lá em agosto e anotei todas as suas dicas.

    Você me sabe me dizer se tem trem à noite para voltar a Ollantaytambo. Minha ideia é dormir em Águras Calientes, aproveitar o dia seguinte em MP e depois voltar a noite, pois vou estar com hotel fechado em Cusco.

    Muito obrigada.

    Abs

    Ana Paula Ananias

  14. Luis Carlos, utilizamos moeda peruana mesmo. Assim que chegamos no aeroporto no Peru, fizemos um saque no terminal de caixa eletrônico em moeda local. Você pode fazer esse saque via cartão de crédito ou cartão de débito, mas é preciso habilitar esses serviços no seu banco, antes de viagem. Se preferir, pode levar daqui uma pequena quantia em espécie, comprada aqui no Brasil (porém a taxa de câmbio não será muito boa) ou levar dólares e trocar assim que chegar lá, para não chegar lá com as mãos abanando. Abs.

  15. Ola Fabio, gostaria que você disse-se como foi lidar com a questão do dinheiro para pagamento das contas, dólar, moeda peruana. real.

    Grato
    Luis Carlos

  16. Poxa, muito obrigado pelo seu comentário. Como você já teve um blog, deve saber que às vezes escrever pode ser uma atividade solitária, então é muito gratificante receber o feedback das pessoas. Fiquei muito feliz com sua participação. Um grande abraço e que vc tenha uma excelente viagem, o Peru é realmente surpreendente! Abs.

  17. Nossa! Realmente o seu blog me surprendeu pela organização, pelos textos com informações bem claras, fotos de emocionar, tudo muito e sclarecedor.Estaremos indo em Janeiro de 2014, e com certeza as tuas experiências nos ajudarão muito. Parabéns pelo teu trabalho e pela sua dedicação, pois já tive um blog e sei o quanto é trabalhoso para mante-lo sempre com novas informações, com o cuidado de escolher os assuntos, selecionar fotos, tudo com um único objetivo de ajudar, informar pessoas tirando suas dúvidas, e porque não dizer levar emoção tambem, pois eu me senti emocionada por tudo que vi em seu diário.Obrigada por me proporcionar essa emoção hoje.

  18. Oi, Lara. Obrigado pela visita. Não fique com receio não, tem muitos viajantes por lá, então você vai se sentir sempre acompanhada por outros viajantes como você. Nós fomos em Setembro e gostamos bastante. É uma época ótima pois ainda está na época que não chove tanto por lá (mesmo assim, vc pode pegar um ou outro dia de chuva), e não é altíssima temporada (os meses de julho e agosto são os mais concorridos). O ingresso para Machu Picchu é bom comprar antes, mas se você não conseguir comprar aqui do Brasil, compre assim que chegar lá no Peru. Procure no site e veja como estão as vendas de lugares, para saber se estão acabando ou não. Lá também tem alguns endereços de agências que vendem o ingresso. Abs e boa viagem.

  19. Olá, Fábio!!
    Estou programando a minha viagem a MP!!! E vou sozinha! Estou com um pouco de receio mas, muito animada!!! Minha dúvida é: Setembro é um bom mês pra ir ? Entre os dias 12 – 18 de setembro?
    Eu preciso reservar para conhecer aquela famosa imagem da cidade de MP?

    Obrigada,
    Lara

  20. Muito obrigado, Luis Henrique. Estou adorando escrever esses diários, pois é como se eu vivesse a viagem novamente. Fico super feliz de compartilhar e que vc também tenha gostado. Abs.

  21. Parabéns Fabio pelo diário e dicas! As fotos são de tirar o fôlego! Você se presenteou com muito bom gosto.
    Abraços

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