Passeio pelo Vale Sagrado dos Incas – Peru


Um roteiro detalhado com fotos pela região do Vale Sagrado dos Incas, próximo a Cuzco.

Veja também algumas dicas, como chegar, o que visitar e como é possível usar o passeio até o Vale Sagrado para ir até Ollantaytambo, local de onde saem os trens para Machu Picchu.

Apesar do que eu li, de que essa região não é tão interessante quanto Machu Picchu, fiquei igualmente fascinado com lugares como Pisac e Ollantaytambo.

Pena que o passeio não foi tão organizado como gostaríamos, por isso, veja dicas também de como escolher a agência do seu passeio em Cuzco.

Comentários ou dúvidas são bem recebidos e serão respondidos com prazer.

Um passeio pelo Vale Sagrado dos Incas, Peru

Uma excursão cheia de roubadas por uma região cheia de maravilhas – Diário de Viagem

O sítio arqueológico de Pisac impressiona

SINOPSE

  • Como você viu no diário de viagem de Cuzco, contratamos um passeio para o Vale Sagrado.
  • A expectativa era visitar os sítios de Pisac, Urubamba e Ollantaytambo, e por lá ficar.
  • Na prática, embarcamos no ônibus com atraso de 1h30 e do roteiro previsto, conseguimos visitar apenas Pisac. Uma roubada.
  • Enfim, apesar dos percalços desse passeio mal organizado, adoramos viajar pelo Vale Sagrado e suas paisagens belíssimas.
  • Nesse diário, você vai ler dicas e informações dos lugares que fazem parte do Vale Sagrado e também informações sobre o boleto turístico, que é o ingresso para entrar nos sítios arqueológicos da região, como Pisac.
  • Pisac é realmente um lugar fantástico, mas tivemos apenas 45 minutos para visitar e percorrer o lugar. Mas recomendo buscar alternativas e conhecer os lugares por sua própria conta, ou então procurar operadoras de turismo recomendadas. No final do dia, pegamos o trem em Ollantaytambo para Águas Calientes.
  • A viagem de trem para Machu Picchu também foi linda e à noite ainda curtimos um pouco da noite em Águas Calientes, nos preparando para subir as montanhas de Machu Picchu no próximo dia.

Manhã em Cuzco

Cuzco em manhã ensolarada

Acordamos bem cedo, tomamos café e ainda fomos tirar umas fotos na Plaza de Armas de Cuzco, pois amanheceu um belo dia de sol.

Início do Passeio do Vale Sagrado – Aguardando no Hotel

Às 8h15 da manhã, café da manhã já tomado, aguardávamos no saguão do hotel pela chegada de nosso guia John Villafuerte e nosso passeio contratado ao Vale Sagrado.

Como já mencionei no diário de Cuzco, contratamos o passeio para o Vale Sagrado mas logo em seguida me arrependi, pois pagamos S/. 85,00 (almoço incluso) por um passeio que poderíamos encontrar por S/. 40,00 ou S/. 50,00. Mas a simpatia de John nos deixou confiante de que a diferença valeria a pena. Ledo engano. 

Às 9h, ainda estávamos no saguão do hotel. Pedi para o rapaz da recepção do hotel ligar para o John, que disse que já estava chegando. Ele finalmente chegou e nos levou até uma praça perto do hotel.

Começam as roubadas

Na praça, a primeira providência de John foi pedir o restante do dinheiro do passeio. No dia anterior, havíamos pago para ele apenas um sinal. Paguei e ele nos repassou para uma outra moça, que munida de um telefone celular, ficava se comunicando exasperada o tempo inteiro. John foi embora.

Uma segunda moça chegou e a primeira saiu correndo. Tenso. A segunda moça pediu que nós (e mais algumas pessoas que também estavam por lá, para o passeio) a seguíssemos. Andamos por algumas ruas, algumas delas ladeiras íngremes, eu e Cleber carregando nossas malas de viagem, e paramos numa esquina. A moça falava no celular ansiosamente.

Pediu que aguardássemos e saiu correndo pelas ruas de Cuzco. Pensei: essa moça não vai voltar. Mas surpreendentemente ela voltou e pediu que a seguíssemos.

Ela discutia com alguém no celular que o ônibus não estava ali, naquela esquina. Andamos por tantas ruas, que eu já nem sabia onde estávamos. Ofegante, carregando a mala e subindo e descendo ladeiras em Cuzco, estava à beira de um ataque de nervos. E a moça correndo, falando ao celular, procurando desesperadamente um ônibus para entramos.

Nesse momento, me arrependi de não ter anotado e procurado as agências de turismo utilizadas por alguns blogueiros de viagem. Na hora de contratar um serviço, é importante uma referência. Meu procedimento foi totalmente amador, contratei um serviço sem saber o endereço físico da operadora (tudo o que eu tinha em mãos era um cartão com um website que não existe) e sem nenhuma referência. Para quem reclamar agora? Alguns peruanos podem ser muito simpáticos, mas também são bastante desorganizados.

As lindas paisagens do Vale Sagrado, que iríamos conhecer. Mas antes, sofremos um pouco em Cuzco

Como Contratar um Passeio para o Vale Sagrado

  • Procure referências na internet, em outros blogs de viagem
  • Se não encontrar referências, procure um lugar em que você saiba onde é o endereço físico, assim no caso de você desejar fazer uma reclamação, sabe onde ir
  • Peça indicações ao hotel onde você estiver hospedado. Novamente em caso de reclamação, pode reclamar junto ao hotel. 

Enfim, não sei se essas dicas são de fato utéis, mas estão baseadas nos meus erros e no que eu gostaria de ter feito.

Afinal, a moça nos indicou nosso ônibus, um ônibus antigo e pequeno, de cerca de 30 lugares. Uma terceira mulher apareceu e nos ajudou a colocar as malas no bagageiro e embarcamos.

Finalmente no Ônibus

Entrei no ônibus reclamando com o guia e com o motorista. Perguntei se ao invés de fazer os passageiros andarem pela cidade feito baratas tontas, não seria mais prático o ônibus ir nos buscar. Infelizmente, foi num portunhol nervoso e atrapalhado. O guia, chamado Arles, simplesmente deu um sorriso amarelo, ou não entendeu ou se fez de desentendido.

Sentamos no primeiro banco, o ônibus já estava cheio, e procurei relaxar. Apesar de suado, aborrecido e tenso, agora tinha um passeio para aproveitar. Portanto, viagem é isso aí, não importa quais os percalços vividos, é preciso se adaptar e não deixar que esses percalços estraguem a sua viagem.

E sorte a minha que o caminho que estava por vir era realmente compensador.

Percurso pelo Vale Sagrado

Durante o nosso percurso pelo Vale Sagrado, passamos por diversas paisagens incríveis, montanhas enormes que protegem vales de plantações verdes e rios fluindo entre os lugares. A cada curva do ônibus, a cada nova paisagem, um novo deslumbre. 

O Vale Sagrado tem esse nome por ser uma região extremamente fértil
Tentando captar todas as imagens estáticas e em movimento possíveis de dentro do ônibus
Paisagem do Vale Sagrado e de um dos rios que corta a região

Durante o percurso, como é de praxe em excursões em grupo, todos tivemos que nos apresentar, dizendo nosso nome e de onde éramos. O ônibus era composto por brasileiros (nós), um senhor peruano que agora vivia no Brasil (que posteriormente iríamos encontrar no trem de Machu Picchu), muitos chilenos e outros latino-americanos, duas mulheres norte-americanas e até pessoas da Grécia.

Parada numa Feira de Artesanato Local

Nossa primeira parada foi num mercado de artesanato local, chamado Intihuatana Pisaq Punko, já próximo de Pisac.

Nessa feira, ficamos cerca de 30 minutos, onde compramos algumas lembrancinhas, por bons preços (é sempre bom pechinchar) e ainda tiramos algumas fotos com alpacas (mediante uma contribuição para os locais).

Feira de artesanato, próxima a Pisac

A famosa feira de Pisac só funcionava de domingo e em menor nível também às terças e quinta-feiras. Conforme li em alguns sites, a feira agora é diária. Para quem faz questão de conhecer o artesanato local, é bom fazer a visita no domingo, quando a feira está no seu apogeu (todos os habitantes da região descem para participar da feira), ou verificar alternativas, como o vilarejo de Chinchero, que também possui uma feira de artesanato. 

O guia não nos deu essas informações e simplesmente passou batido por Pisac, não que eu fizesse questão de visitar a tal feira de Pisac, mas fornecer informações sempre é bom.

Portanto, a feira de Intihuatana Pisaq Punko foi nossa alternativa para fazer compras e conhecer os produtos locais. Como o artesanato peruano (e inca) é muito típico, até eu que não gosto muito dessas paradas para compras, achei o lugar interessante. Lógico, para 30 minutos, não mais do que isso.

Para tirar fotos com as alpacas, basta dar uma contribuição para os locais

Pisac

Logo após o mercado, continuamos nosso percurso, passando pelo povoado de Pisac. No caminho, é possível ver o povoado cercado pelas montanhas da região e por diversas formações horizontais paralelas, que de longe parecem degraus na montanha, mas que na verdade funcionavam como setores agrícolas incas.

Pisac se divide em duas partes: o povoado que fica próximo ao rio e o sítio arqueológico, no alto das montanhas. Chegamos na entrada do sítio arqueológico e compramos o boleto turístico lá mesmo. Como a maior parte das pessoas também não compra com antecedência, mesmo que você tenha adquirido antes, terá que aguardar as outras pessoas do grupo.

Boleto Turístico – Como Funciona

Para visitar Pisac, Ollantaytambo e os outros sítios arqueológicos da região de Cuzco e Vale Sagrado, é preciso comprar um boleto turístico. Não é possível comprar os ingressos para as atrações individualmente. O boleto turístico custa S/. 130,00 e dá direito a visitar (somente uma vez cada lugar) até 16 lugares no período de 10 dias. Estão inclusos quase todas as atrações da região, exceto Machu Picchu. Há também a opção de comprar o ingresso de 1 dia, que sai por S/. 70,00.

 

No Andarilhos do Mundo ou no Sundaycooks, você encontra todos os detalhes sobre o Boleto Turístico. Decidimos pelo boleto completo, ou seja, visitar 10 lugares no prazo de 16 dias, já que havia a opção de ainda visitarmos Sacsayhuaman, que fazia parte do city tour em Cuzco e perdemos.

Chegando em Pisac, descobri que havia esquecido de mudar o ISO da máquina, e todas as fotos que estava tirando estavam em ISO errado.

Vista do vale próximo a Pisac, o lugar parece realmente abençoado

Explorando o Sítio Arqueológico de Pisac

Enfim, tempo curto, o nosso guia deu apenas 45 minutos para conhecermos o sítio arqueológico de Pisac.

Foram 1h30 para conseguir entrar no ônibus, 1h30 de almoço, 30min para visitar uma feirinha de artesanato, mas para visitar o sítio arqueológico de Pisac, 45 minutos. Enfim, excursões em grupo são assim.

Os ônibus de excursão param em um ponto de entrada, mas existe outra entrada para o sítio arqueológico mais acima, portanto é possível apenas fazer uma descida até o sítio e driblar a multidão. A vantagem quando se faz um passeio por conta é essa, poder fazer caminhos alternativos e menos massificados, e também conhecer com maior extensão a região visitada. 

Nós seguimos pelo caminho da multidão, tentando tirar fotos do lugar sem que os turistas fizessem parte da paisagem. No caminho, o guia parou para dar algumas explicações do local.

Assim como os incas, todos os turistas querem chegar no topo das montanhas.
Parece próximo, mas na realidade é cansativo

Uma das partes mais interessantes da explicação de nosso guia foi na região do cemitério, que na verdade é constituído de buracos cravados na montanha. Os incas eram “enterrados” na posição fetal, pois acreditavam que a morte era um renascimento, e seus corpos nas montanhas também era como se eles fossem recolocados na barriga da mãe, no caso a Terra.

Toda a cultura inca está baseada nesses preceitos de interação com a natureza, seja através da idolatria aos elementos da natureza, como o Sol, o Mar, a Terra, representada principalmente por suas construções, que ora procuravam se aproximar desses elementos (como os templos sempre nos pontos mais altos possíveis, para ficar próximo do Sol) ou até mesmo imitá-los (como na forma de animais como o condor).

Planeje seu tempo em Pisac

Assim que o guia terminou a explicação, nos deixou com algum tempo livre para explorar as redondezas e partimos para uma subida pelas ruínas, até o cume da montanha.

A subida é íngreme e um pouco cansativa, ainda mais porque o caminho está repleto de pessoas (em alguns trechos as escadas são estreitas e há fluxos de pessoas tanto na subida como na descida) e nosso tempo era curto. Mas conseguimos chegar até o topo, parando logicamente várias vezes no caminho para aproveitar diversas ruínas e paisagens que achamos interessantes.

Outros grupos subiram acompanhados de seus guias, mas o nosso ficou lá embaixo esperando mesmo.

Peru
A parte agrícola do sítio arqueológico de Pisac, que de longe parecem degraus nas montanhas
Pedras e “degraus” no sítio arqueológico de Pisac
Depois de subirmos, é possível encontrar alguns trechos bem interessantes entre as ruínas

Retornamos ao ônibus por volta das 12h50, ainda esperamos um pouco algumas pessoas chegar. O Cleber ainda insistiu para ficarmos mais um pouco, mas nós tínhamos mais interesse do que ninguém na pontualidade dos horários, pois a partir daquele momento eu já começava a ficar preocupado que não teríamos tempo de visitar Ollantaytambo.

No caminho, duas mulheres incas com seus trajes coloridos e as crianças coladas em suas costas, pediram carona e ficaram algum tempo em nosso ônibus. As crianças são muito lindas, uma delas brincava com seu chapéuzinho, envolvida pelo manto da mãe, provavelmente se sentindo muito acolhida.

As adoráveis crianças incas, envolvidas em tecidos super coloridos

Almoço em Urubamba

Por volta das 14h chegamos em Urubamba, para nossa pausa para almoço.

A refeição estava incluída e era em estilo self-service, mas o restaurante só servia uma porção de truta por pessoa. O restante estava liberado. O restaurante não tinha nome e achei a comida normal, mas em determinado momento começaram a acabar os pratos e não houve reposição.

No mapa abaixo, é possível verificar o trajeto de nosso passeio, que começou em Cusco, depois passou por Pisac. Na sequência nos dirigimos para as vizinhas Urubamba e finalmente Ollantaytambo. O retorno, que não fizemos, seria atravessando Chinchero.

Mapa do Vale Sagrado

Portanto, depois do almoço (por volta das 15h10), seguimos mais cerca de 30 minutos até chegar em Ollantaytambo.

Chegando em Ollantaytambo

Cheguei a perguntar ao guia se ele achava que daria tempo de visitarmos o sítio arqueológico, pois tínhamos que pegar o trem para Águas Calientes às 16h30. Ele disse que sim, que nos avisaria onde o ônibus estaria estacionado, entraríamos no sítio, só que teríamos que voltar antes dos demais.

Essa parte do caminho, de Urubamba até Ollantaytambo, fica ainda mais bonita, com as montanhas cercando o trajeto e o ônibus percorrendo estrada margeando o rio Urubamba.

As montanhas continuam a nos acompanhar, pelo caminho até Ollantaytambo

Quando chegamos em Ollantaytambo, um caminhão percorria a estreita estrada a nossa frente, o que atrasou nosso ônibus completamente. Só chegamos perto das ruínas às 15h50 e achamos que seria bobagem visitar o lugar em menos de 30 minutos.

Com o boleto turístico só poderíamos visitar o lugar uma única vez, portanto preferimos deixar para nossa volta, ou seja, quando voltássemos de Machu Picchu.

Final do passeio e pernoite em Ollantaytambo

Portanto, pegamos nossas malas e abandonamos finalmente o nosso passeio de erros pelo Vale Sagrado. Caso eu não tivesse programado mais um dia em Ollantaytambo, certamente encerraríamos nossa viagem sem conhecer esse sítio histórico.

Do centro de Ollantaytambo, que é um pequeno e rústico povoado, descemos um caminho até a estação de trem, onde pegaríamos o trem da Inca Rail para Machu Picchu.

Para quem não quer andar todo o percurso a pé, que pode levar cerca de 15 minutos, existem mototáxis que cobram apenas S/. 1,00 por pessoa. As motos foram adaptadas, possuem uma cabine para até duas pessoas irem sentadas tranquilamente, e também contam com bagageiro. 

Cleber e eu, percorrendo o caminho até a estação de trem, com as montanhas do sítio de Ollantaytambo ao fundo
Estação de trem em Ollantaytambo, onde é possível pegar os trens para Machu Picchu

No caminho, ficamos nos lamentando de não ter ido até Ollantaytambo, pois o dia estava maravilhoso, mas estávamos torcendo para que na volta desse tudo certo para visitarmos mais esse sítio arqueológico do Vale Sagrado.

Portanto, só nos restou tirar algumas fotos do belo caminho até a estação, que também é circundado pelas montanhas e que, de alguns pontos, permite uma vista das ruínas de Ollantaytambo.

Nosso trem da Inca Rail chegando, rumo a Machu Picchu

No blog de viagem Sundaycooks, eles montaram um interessante roteiro de como ir para Machu Picchu, como horários de trens, diferenças entre eles e pontos de embarque. Vale conferir. O site também conta com indicações de agências de viagens

Leia a seguir: O que fazer em Machu Picchu

Clique aqui para tudo o que você precisa saber 
 
© 2012 Fabio Pastorello. Todos os direitos reservados. A reprodução de textos e/ou imagens não é permitida sem prévia autorização do autor.
 
share on:
Fabio Pastorello

Fabio Pastorello

Editor do Viagens Cine, fotógrafo e videomaker. Curte cinema e leva a vida e as viagens com toques de romance, drama e aventura. Formado em Letras, ex-bancário e muito mais feliz como blogueiro de viagens.

22 comentários

  1. Opa, obrigado pelo comentário. Fico feliz que esteja ajudando. Olha, a gente nem imaginava que ia rolar esse perrengue de ficar andando com a bagagem, e como íamos ficar uns 3 dias fora, acho que na realidade não ia compensar muito viajar sem a bagagem. No retorno também não ficamos mais hospedados em Cuzco, mas pode ser uma boa alternativa para quem estiver fazendo uma viagem mais longa e queira viajar mais leve para Machu Picchu. Abraços.

  2. Fabio, parabéns pelo blog, está sendo muito útil no planejamento da minha viagem, porém ficou uma dúvida: porque não deixaste as malas no hotel de cusco para pegar na volta? Eles não oferecem esse serviço ou tu achou que não valeria a pena?

  3. Olá, em Águas Calientes gostamos muito de fazer uma caminhada, pelo mesmo caminho que segue o ônibus para Machu Picchu. Tem também o parque de águas termais, mas não achamos nada demais. O comércio local também vale uma conferida. Abraços.

  4. Olá , dia 13 de junho embarco pro Peru, vou ficar 2 dias em Aguas Calientes, um deles vou pra Machu Pichu e o outro em Águas Calientes, tem sugestões do que posso fazer por lá?

  5. Oi, Marisa. Fico feliz que tenha passado por aqui, mesmo que seja depois da viagem. Pois é, eu também pretendo voltar para conhecer com mais calma da próxima vez. Abraços e obrigado pela visita!!!

  6. Oi, Adelaide. Realmente não tenho a menor dúvida que foi uma roubada, não somente pelo preço como pela falta de organização. Obrigado por compartilhar sua experiência. Abraços.

  7. Oi Fábio! Acabei de voltar de Lima, Cuzco e Machu Picchu. Pena não ter conhecido seu blog antes. Está muito interessante, parabéns pelas dicas, fotos, comentários, está lindo. Aliás, essa viagem é incrível, quero voltar, pois também fiz um passeio muito corrido por Cuzco e vale a pena conhecer com mais calma. Marisa

  8. Oi Fábio! Acabei de voltar de Lima, Cuzco e Machu Picchu. Pena não ter conhecido seu blog antes. Está muito interessante, parabéns pelas dicas, fotos, comentários, está lindo. Aliás, essa viagem é incrível, quero voltar, pois também fiz um passeio muito corrido por Cuzco e vale a pena conhecer com mais calma. Marisa

  9. Olá, Fábio. Realmente você entrou numa roubada pagando S./85 a uma pessoa para a visita ao Vale Sagrado. Fui a Cuzco, comprei o Boleto Turístico e os passeio em uma agência localizada perto da Praça das Armas e deu tudo certo. No primeiro dia paguei S.20 soles e visitamos a cidade de Cuzco, os parques Saqsayhuaman, Quenqo, Pukapukara e Tambomachay. No segundo dia, pagamos S.25 e visitamos: Pisac, Chinchero, Moray e descemos em Ollantaytambo para pegar o trem para Aguas Calientes. Não vi a necessidade de guia privado, o guia da excursão foi muito atencioso. As agências funcionam da seguinte forma: fazem a captação do cliente, vendem os bilhetes e no final reúnem todos os turistas em um mesmo ônibus para fazer o passeio. Mais detalhes no blog http://www.viagensvamosnessa.com.br/

  10. Caro Fabio, parabéns pelo blog !!!
    Sou da agência Machu Picchu Brasil, e temos uma agência tb na cidade de Cusco, bem prox. do Hotel Best Western, foi uma pena que aconteceu estes problemas, mais isso é muito comum de acontecer. O importante que busque uma empresa seria e se possivel ainda no Brasil. Um grande abraço e parabéns !

  11. Obrigado, Rapahella. Realmente eu fiquei bastante estressado com a desorganização dos passeios, mas eu sou meio suspeito mesmo, sempre reclamo. Gosto de fazer as coisas por conta. Abração!

  12. Fabio,

    Gostei muito do seu post. Achei que explicou bem o problema da desorganizações dos passeios e a questão dos boletos. Também tive o mesmo problema, mas realmente o lugar acaba compensando tudo no final. Ps.: adorei as fotos. Abraço.

  13. Que legal, Yésus. Adoro essa fase pré-viagem, é muito empolgante, né? Muito obrigado pela sua mensagem, adoro escrever o blog mas gosto mais ainda quando fico sabendo que o trabalho repercutiu para outras pessoas. Abraço grande!

  14. Fabio, bom dia! Pretendo ir ao Peru em minhas férias de julho e descobri seu blog na expectativa de obter maiores informações sobre o país. Agradeço-lhe mais uma vez por permitir que o acessemos. Desta forma, obtemos e detalhes e temos o privilégio de viajar, antecipadamente através de suas fotografias. Obrigado! Yésus di Almeida

Deixe um comentário

Esse site utiliza o Akismet para reduzir spam. Aprenda como seus dados de comentários são processados.