Trindade: Praia do Meio, Cachadaço e Pedra que Engole

Dicas de como chegar e o que fazer em Trindade, em Paraty, além de muitas fotos. A região inclui praias e piscinas naturais como o Cachadaço e a cachoeira Pedra que Engole.

Trindade faz parte da Costa Verde, trecho do litoral sul do Estado do Rio de Janeiro. O destaque da região fica para o encontro da Serra do Mar com as águas de tonalidades verde e azul da região. Os destinos mais procurados são Angra dos Reis, Ilha Grande e Paraty.

Nossa viagem em Paraty começou pela Praia do Sono, Antigos e Antiguinhos.

No segundo dia, fizemos o tradicional passeio de barco em Paraty, que visita algumas ilhas e praias da região.

E nesse terceiro dia, foi a vez de visitar as famosas praia de Cachadaço e também as piscinas naturais, além da inusitada Pedra que Engole.

Trindade – Praia do Meio, Cachadaço e Pedra que Engole

Paraty – Diário de Viagem: Dia 3

Praias de Paraty e Trindade: Praia do Meio, Cachadaço e Pedra que Engole

Esse diário é uma sequência de nossa viagem para Paraty.

Dia 1 – Trindade – Praia do Sono, Antigos e Antiguinhos
Dia 2 – Paraty – Passeio de Barco

Como Chegar em Trindade

  • De ônibus: existem ônibus da Colitur, praticamente de hora, partindo da rodoviária de Paraty. O trajeto leva quase 1 hora.
  • De carro: o acesso é pela Rodovia Rio Santos. Houve um tempo em que a estrada não era asfaltata, mas hoje está tudo tranquilo


Ver Paraty Trindade num mapa maior

O que fazer em Trindade

A região de Trindade conta com algumas belíssimas praias, como a Praia do Meio, a Praia dos Ranchos, a Praia do Cepilho, a praia do Cachadaço, além das piscinas naturais, que ficam a cerca de 1 hora de trilha ou ainda podem ser acessadas de bote com motor (R$ 10,00).

Para quem quer ver uma coisa diferente, tem também cachoeiras e a inusitada Pedra que Engole.

Outra opção ainda na região de Trindade é conhecer as Praias do Sono, Antigos, Antiguinhos e Ponta Negra, que ficam próximas ao Condomínio de Laranjeiras, ainda em Trindade. Veja mais no post sobre essas praias.

Paraty – Pousada Marendaz

Depois de dois dias sendo acordados logo cedo pelo barulho de outros hóspedes conversando pelos corredores, finalmente acordamos na segunda-feira com um pouco de sossego.

 

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Mesmo assim, “madrugamos” (para mim é madrugar) às 7h45 para conseguirmos chegar às 9h na rodoviária. Foi um pouco corrido, mas conseguimos.

Rodoviária de Paraty

  

Às 9h pegamos o ônibus da Colitur para Trindade, que demorou 55 minutos para chegar lá.

Chegada em Trindade: Praia do Cepilho

Ao chegar, o ônibus passa pela praia do Cepilho (muito bonita, sua principal característica são as pedras gigantes no percurso da praia, mas nessa viagem não conseguimos ir até lá). O inusitado é que os ônibus (ou os carros também) têm que passar por um pequeno curso de água, que deságua na praia. Já é uma ideia de que o lugar é rústico.

O percurso segue por toda a vila de Trindade e no ponto final descemos.

Trindade: Praia do Cepilho
Praia do Cepilho, em Trindade, possui pedras lindas e gigantes

De lá, uma curta caminhada leva até a Praia do Meio. Há também opção de ir até a Praia dos Ranchos, mais estruturada do que a praia do Meio, a Praia dos Ranchos percorre toda a extensão da vila de Trindade.

Chegada em Trindade, placas indicam os caminhos para a Praia do Meio e Chacadaço
ou para a Praia dos Ranchos

Praia do Meio

Apesar da praia do Meio ser bonita, optamos por seguir direto a trilha para a praia do Cachadaço. Eu havia consultado a tábua das marés e a maré mais alta seria às 13h, então queríamos chegar o quanto antes por lá.

Tiramos apenas algumas fotos da praia do Meio, para registrar. Gosto principalmente de ir no ilhote que adentra o mar e subir nas pedras. A vista lá de cima é ótima, pois registra toda a transparência e cor das águas de Trindade.

Praia do Meio, no fundo a Praia de Cachadaço
Trindade: Praia do Meio
Trindade: Visual da Praia do Meio do alto das pedras

A pequena trilha da praia do Meio até a praia do Cachadaço não levou mais do que 10 minutos, são 300 metros de poucas subidas e trilha agora com corrimão de madeira, bem melhor estruturada do que da última vez que fomos.

Praia do Cachadaço

Toda a região está sinalizada pelo Parque Nacional da Serra da Bocaina, com indicação de distâncias, nível de dificuldade das trilhas e algumas recomendações.

Placa do Parque Nacional Serra da Bocaina traz informações sobre a trilha

A praia do Cachadaço, não estava exatamente vazia, mas possui um aspecto selvagem, com poucos ou nenhum sinal de civilização, siris andando pela areia e mar bravio. Atravessamos toda a praia para iniciar a trilha até as piscinas naturais. Se não me engano, encontramos apenas 1 quiosque de praia, com algumas cadeiras, próximo a um córrego que deságua no mar.

Paraty e Trindade: Praia do Cachadaço
Trindade: Praia do Cachadaço, caminho para a piscina natural
Praia do Cachadaço, errei no foco mas acho que tá valendo o registro

Trilha até as Piscinas Naturais do Cachadaço

O início da trilha foi um pouco complicado, já que a maré estava cheia e tivemos que atravessar entre as pedras e com as ondas invadindo, até chegar no ponto onde a trilha se inicia.

Desse ponto, foram cerca de 20 ou 30 minutos até as piscinas naturais, novamente trilha com corrimão de madeira, em alguns pontos foram colocadas madeiras no chão, principalmente nos pontos de alagamento. Ainda assim, restaram alguns pontos de maior dificuldade, principalmente em virtude da chuva forte do dia anterior, que deixara pontos com lama.

De 2008 (nossa última visita) para cá, a trilha melhorou bastante

Mesmo sendo segunda-feira, no mês de abril, fora de feriados, e às 11h da manhã, a piscina natural do Cachadaço já estava bem povoada, o que indica a popularidade do local. Construíram até um píer, na base das pedras, onde o pessoal que vem de barco com motor (R$ 10,00) a partir da praia do Meio, pode desembarcar.

Logo no rasinho, já é possível encontrar uma grande quantidade de peixes, embora todos da mesma espécie, o sargento (peixe amarelo listrado). Ainda bem que esse tipo de peixe não se assusta com as pessoas.

Peixes são facilmente encontrados na piscina natural do Cachadaço

A visibilidade da água, porém, não estava perfeita (talvez porque tenha chovido no dia anterior), ainda que seja possível ver bastante coisa, especialmente com a luz do sol.

A falta que o sol faz

Veja a diferença das fotos com e sem sol para perceber a diferença que um pouco de sol traz.

Trindade: Piscina natural do Cachadaço
Trindade sem sol
Trindade: Piscina natural do Cachadaço
Trindade com sol
Impressiona o tom esverdeado das águas, principalmente próximo das vegetações, e também as enormes pedras que transformaram o lugar numa piscina natural.
O mar verde de Paraty

Para mim ainda o que estraga o lugar é a quantidade de pessoas por lá, que tira o aspecto de um lugar realmente selvagem e o aproxima mais de um piscinão popular. Isso sem contar com a sujeira, que alguns turistas acabam deixando. É o mal dos lugares que ficam muito famosos e cujo acesso fica cada vez mais fácil.

Bote com motor traz os turistas da Praia do Meio
Chegada em Cachadaço, não há faixa de área seca, então o negócio é deixar as coisas
sobre as pedras

Outro senão foi mais a quantidade de picadas de mosquito que levei, parece que nessa viagem os mosquitos resolveram festejar às minhas custas.

Pedra da Figueira

A trilha da volta foi tranquila, ainda demos uma passada na Pedra da Figueira, mas não há mais praia, apenas uma pedra mesmo com vista para o mar. A vista é bonita, mas não vale o esforço, já que a trilha até lá, embora curta, é bem complicada.

Trilha entre Cachadaço e a piscina natural
Visual da Pedra da Figueira

No final da trilha, retornamos até a praia do Cachadaço. Apesar da maré alta, ainda assim conseguimos acessar a praia caminhando pelas pedras.

Os dias terminam rápido em Paraty, e o sol da manhã já cedia lugar a nuvens pesadas. Então, ao invés de descansarmos um pouco na praia do Cachadaço, fomos direto para a trilha da Pedra que Engole, que começa na praia do Meio.

Trilha para a Pedra que Engole

Tivemos que pedir informações. É preciso atravessar o rio que desemboca na praia do Meio e andando um pouco para o lado direito, encontramos uma entrada, onde o rio avança num pequeno canal para dentro da mata. Alguns passos depois, encontramos uma placa indicativa do início da trilha.

Rio no lado direito da Praia do Meio, e que dá acesso à Praia do Cachadaço
e também para a trilha até a Pedra que Engole
Nesse trecho de água que invade a mata começa a trilha para a Pedra que Engole.
Não há placas, na dúvida é melhor pedir informações.
Depois de uma curta caminhada, uma placa indica que estamos no caminho certo

Na trilha, que não leva mais do que 30 minutos, existem vários pontos de interesse. A trilha é toda sinalizada, o que facilita identificar os pontos de interesse.

Inicialmente, um escorregador natural numa pedra é o primeiro ponto de parada. Depois, encontramos uma pequena cachoeira, que forma uma galeria bem embaixo da queda. Nesse ponto, as indicações terminam e os desavisados podem acreditar que a Pedra que Engole é essa queda de água do lado esquerdo da foto.

No entanto, é preciso atravessar o curso de água e do outro lado, continuar a trilha até um ponto acima, para encontrar a inusitada Pedra que Engole.

Entrar ou não entrar: eis a questão

Quando chegamos, vimos algumas pessoas em torno da pedra e de uma pequena queda por sobre um buraco. Afinal, Cleber foi mais corajoso e entrou no buraco, que de fato engole a pessoa, puxando-a para dentro do buraco.

Quando ele saiu, foi a minha vez de ser engolido pela pedra.

Os desafios da Pedra que Engole

O primeiro desafio foi encarar a água geladíssima da cachoeira. Depois de criar um pouco de coragem, o segundo desafio é de fato ir entrando no buraco, com medo de escorregar muito bruscamente ou mesmo de cair num lugar onde você não sabe o que vai acontecer. Mas afinal fui entrando, e água da cachoeira gelada foi caindo na minha cara, entrando pelo meu nariz e tirando minha respiração.

Escorreguei para dentro. Nesse ponto, você entra num galeria, que fica embaixo da pedra, e cai numa piscina baixa e toda fechada. Ali então é só engatinhar pela galeria para fora da pedra e encontrar a saída. Tudo isso, que descrevi em tantas frases, na realidade acontece em poucos segundos.

A brincadeira em si tem mais atração pelo curioso do que pela sensação que provoca. No final, rende algumas risadas.

Vídeo

Pra entender melhor como funciona, resolvemos fazer um vídeo de nossa experiência. Dá uma conferida no vídeo da Pedra que Engole no Youtube.

Na pedra que engole, conhecemos um casal que estava hospedado em Trindade e tinha uma programação ainda a cumprir. Eles pretendiam ainda conhecer a praia do Cepilho e a praia Brava, mas infelizmente começou a chover.

A Pedra que Engole

Chuva em Trindade

Voltamos pela trilha na frente. Odeio fazer trilha com chuva. Mas não tínhamos alternativa, ainda bem que era uma trilha curta e, assim como as demais trilhas de Trindade, conta com corrimão de madeira.

Quando chegamos de volta a praia do Meio, bastante molhados por causa da chuva, fomos diretamente para um restaurante coberto onde pedimos um filé de frango grelhado (R$ 55,00 para dois). O restaurante estava cheio, em virtude de chuva.

Depois do almoço, voltamos para o ponto e pegamos o ônibus de volta às 15h.

Retorno para Paraty

Infelizmente, o ônibus quebrou no meio do caminho e tivemos que pegar outro, que ficou lotado e o pessoal estava bem chatinho. Além de alguns estrangeiros folgados, que queriam dominar o espaço do ônibus, os passageiros ora reclamavam que o motorista acelerava demais, ora  ele parava nos pontos para pegar outros passageiros, sendo que o ônibus estava cheio. Uma passageira queria que o motorista parasse o ônibus para ela descer, a menos de 100 metros do ponto final. Nessas horas um carro realmente faz falta.

Voltamos para o hotel e depois de tanta trilha, praias e chuva no final, tudo o que queríamos era um banho quentinho.

FICHA TÉCNICA:

Título: Praia do Meio, Cachadaço e Pedra que Engole
Direção: Trindade, Paraty/RJ
Produção: Fábio Pastorello
Roteiro: Trindade, Praia do Meio, Praia do Cachadaço, Piscina Natural e Pedra que Engole. O roteiro ainda pode incluir as Praias dos Ranchos e do Cepilho. 
Elenco: Fábio Pastorello e Cleber Alcântara
Fotografia: Fábio Pastorello 
O melhor: a beleza das praias de Trindade e a Pedra que Engole
O pior: a super população na piscina natural de Cachadaço, mesmo sendo uma segunda-feira fora de temporada
Duração: são vários destinos, então requer 2 a 3 horas para Cachadaço, 1 hora para Pedra que Engole e 2 horas para Praia do Meio
Ano: 2013
País: Brasil
Gênero: PraiaNaturezaMergulho
Avaliação: ★★★★

© 2013 Fabio Pastorello. Todos os direitos reservados. A reprodução de textos e/ou imagens não é permitida sem prévia autorização do autor.

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Fabio Pastorello

Fabio Pastorello

Editor do Viagens Cine, fotógrafo e videomaker. Curte cinema e leva a vida e as viagens com toques de romance, drama e aventura. Formado em Letras, ex-bancário e muito mais feliz como blogueiro de viagens.

33 comentários

  1. Fábio adorei as suas dicas. A maneira como escreve é maravilhosa. Como faço para te acompanhar a cada postagem? Tu acha que um senhor de 60 anos consegue fazer estas trilhas mencionadas.

  2. Eu adorei sua publicação! Vou a Trindade de ônibus e com suas referências vou me situar melhor. Vou com Marido e filha de 4 anos daí não vou fazer as trilhas e sim usar o barquinho. Obrigada por sua forma cativante e descontraída de escrever. GRATIDÃO

  3. oi, eu fiquei com vontade de conhecer a pedra que engole, mas fiquei com receio porque não sei nadar. aquela galeria que fica logo após o buraco dá pé para alguém com 1,6m???
    o post é incrível! me ajudou bastante, parabéns!!!!

    1. Que legal que ajudou, Karen. Olha, eu também não sei nadar, a Pedra que Engole foi tranquilo para mim. Mas é bom dar uma verificada pois fui numa época em que ela estava mais vazia, talvez em época de chuva o poço fique mais cheio. Abraços.

  4. Oi, Aline. Desculpa a demora, recebemos muitas perguntas por dia e acabei não vendo a sua. Mas a Ingrid respondeu com precisão. A Praia do Meio tem fácil acesso, para a piscina natural também concordo com a Ingrid, recomendo ir de barco. Abraço grande.

  5. Oi Aline, acho que posso responder sua pergunta.
    Fiquei hospedada em Trindade por 15 dias com meu filho que tinha na época tinha 9 anos, ele me acompanhou em tudo, as vezes eu ficava cansada e ele no maior pique, as trilhas são bem tranquilas, pra praia do meio não é bem uma trilha, atravessamos um terreno bem no ponto final do ônibus, e não tem barco para levar até lá, os barcos vão da praia do meio até a piscina natural do Cachadaço,pra ir até a piscina eu recomendo ir de barco já que atravessámos a praia toda na areia e fica um pouco pesado para criança, mas eu fui andando e voltei de barco.
    Mas vá a Trindade! O lugar é lindo! As prais da frente não recomendo para criança, as ondas são fortes, mas na praia do meio e a do canto é show, ainda tem um rio que forma na areia que vem da cachoeira.

    Sobre o valor dos barcos eles costumam a cobrar 10,00 pra ir e 10,00 pra retornar, por pessoa!!!!

  6. Oi Fabio, por favor me responda algumas questões!!!!
    Quanto tempo de caminhada até a praia do meio?
    Minha filha de 3 anos também vai!
    Você acha que daria para ir até que ponto com ela?
    E quanto eles cobram para nos levar de barco?
    Obrigada e adorei seu texto!

  7. Oi Fabio, por favor me responda algumas questões!
    Quanto tempo de caminhada até a praia do meio?
    Minha filha também vai!
    Até que ponto ela aguenta? Ou não aguenta!
    Quanto custa para os barcos nos levarem?

  8. Oi, Bruna. Acho que minha resposta chegará tarde demais, mas você deve ter visto que existem vários estacionamentos perto da praia. Abraços e obrigado pela visita e comentário.

  9. Oi Fabio, sou a Bruna.
    Muito bom seu texto, esclareceu algumas dúvidas e despertou a curiosidade de outros lugares!!

    Estarei indo para Trindade este final de semana, porém vou de carro. O Centro da cidade é longe da Praia do Meio? Ou existem estacionamentos confiáveis perto da praia?
    Obrigada!!

  10. Oi Carla, eu ficaria hospedado em Paraty mesmo, assim você pode circular pelo centro histórico que é bem legal. Mas sinceramente, nunca fiquei em Trindade, talvez seja uma opção melhor pra quem quer se desligar um pouco.

  11. Sensacional!Me deixou com mais vontade ainda de conhecer Trindade rs.Vou sozinha em Janeiro e gostaria de saber se vc acha que compensa mais ficar hospedada em Paraty ou em Trindade mesmo pelos passeios que da pra fazer.

  12. Olá, parabens…suas dicas são incríveis e vão me ajudar muito! Em que pousada ficou hospedado em Paraty!?

    Obrigada

  13. Olá, é bem tranquilo ir de carro, quer dizer, exceto na alta temporada pois deve ser difícil para estacionar. Há muito tempo atrás a estrada era deplorável, mas hoje está bem melhor. Abraços.

  14. Fabio, parabéns pelo Roteiro… em fevereiro estou fazendo um roteiro para algumas praias e gostaria de conhecer Cachadaço, é tranquilo para ir de carro e estacionar em trindade, prox a praia do meio ?

  15. Super obrigado, Leandro. Imagina, dicas sempre são bem-vindas. Em relação aos mosquitos, vou experimentar. Fui recentemente para Ilhabela e também sofri bastante. rs. Abraços.

  16. Parabéns mais uma vez pelo belo trabalho aqui no site Fabio. Quem sou eu para te dar dicas, mas como relatou o sofrimento com os mosquitos, numa próxima tome complexo b concentrado (que tem B12) pois para o mosquito serve como ótimo repelente e no seu organismo não afetará nada, ele apenas irá absorver o que precisa e o restante será eliminado na urina! Abraços.
    Leandro

  17. Fran, eu odeio. Nossa, é insuportável. Essa parte da viagem foi bem divertida, agora vou para o próximo post sobre o centro histórico, esse vai me dar um pouco mais de trabalho, porque quero colocar algumas referências cinematográficas. Abração!

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