Jalapão e Safari Camp Korubo – Roteiro Dia a Dia

Nas fases de preparativo para as viagens ao Jalapão, no estado de Tocantins, já tinha ciência de que teria que lidar com algumas privações e/ou dificuldades. A primeira seria a de acesso. O Jalapão é um lugar isolado, encravado no estado de Tocantins. Os trajetos são longos e em estrada de terra, portanto, a sensação de isolamento aumenta. 

A segunda é a falta de infraestrutura, ou seja, não ficar em um hotel. Ao invés disso, ficaríamos em um acampamento. Como seriam as instalações, eu conseguiria dormir e/ou descansar normalmente? 

A terceira e última seria a de comunicação. Não há sinal de celular ou de internet no acampamento onde ficamos hospedados. Como seria ficar cinco dias sem falar com os familiares e amigos ou sem poder se atualizar nas mídias sociais?

Impressionante como todas essas dificuldades e/ou privações jogam a favor, e não contra, a sua viagem ao Jalapão. Ou seja, tudo o que eu imaginei que seria problema, virou solução. Isso graças aos encantos da região e da proposta da viagem, mas também ao trabalho exemplar da Korubo, a empresa que organizou nossa visita ao Jalapão.

Jalapão e o Safari Camp Korubo – Roteiro Dia a Dia

por Fábio Pastorello

O caminhão da Korubo, com seus quatro lugares na parte superior: perfeito para admirar melhor a paisagem

Veja no final desse post como o roteiro completo de nossa viagem, dia a dia.

Esse post faz parte de nossa série de postagens sobre o Jalapão, em que mostramos o que fazer baseado nessa viagem que fiz em conjunto com os Adventure Bloggers em setembro de 2013. Além de mostrar as paisagens e emoções, também iremos falar um pouco dos trajetos, da infraestrutura e da organização pela Korubo Expedições, que organizou nosso passeio.

ROTEIRO NO JALAPÃO – 7 DIAS

  • Dia 0 – Chegada e pernoite em Palmas 
  • Dia 1 – Partida para o Jalapão, Ponte Alta (parada para almoço), Cachoeira de Sussuapara e pernoite no acampamento
  • Dia 2 – Canoagem no Rio Novo, almoço no acampamento e pôr do sol nas dunas
  • Dia 3 – Fervedouros da Glorinha, Fervedouro do Soninho (parada para almoço), Cachoeira da Formiga e comércio de Capim Dourado em Mateiros
  • Dia 4 – Trilha até o Mirante da Serra do Espírito Santo e tarde livre (no nosso caso acabamos tendo a manhã livre e fomos pela tarde, porque o caminhão teve um problema pela manhã), fogueira no acampamento
  • Dia 5 – Retorno, paradas na Cachoeira da Velha e Prainha (lanche reforçado) e pernoite em Palmas
  • Dia 6 – Partida de Palmas

 

DIA 0 – CHEGADA | PALMAS/TOCANTINS 

Na chegada, um funcionário da Korubo Expedições, empresa responsável pela nossa viagem, estava me aguardando no aeroporto de Palmas. Apesar de cada integrante chegar em um vôo ou horário, a Korubo vai pegar os passageiros em vários horários.

O transfer me levou até o hotel Pousada dos Girassóis, que fica extremamente bem localizado, bem em frente à Praça dos Girassóis, uma das maiores praças públicas do mundo. Ali você estará perto de algumas atrações da cidade, como o Memorial Coluna Prestes, o marco do Centro Geodésico do Brasil e os 18 do Forte. O Palácio Araguaia também se encontra nessa praça.
Memorial Luiz Carlos Prestes, projeto de Oscar Niemeyer que após 8 anos fechado, foi reaberto ao público, em Palmas
Depois de uma noite em Palmas (ou um dia completo, para quem chegou um pouco mais cedo; recomendável para aproveitar melhor a cidade e suas praias), dia seguinte pela manhã é hora de partir para o Jalapão.

Jalapão – Como Circular

O grupo dos Adventure Bloggers reunido na porta da Pousada dos Girassóis #jalapão #partiu
As distâncias envolvidas nessa viagem são longas. Essa é uma das grandes dificuldades para quem viaja ao Jalapão, a locomoção. No nosso primeiro dia de viagem, percorremos estradas asfaltadas até Ponte Alta, cidade considerada portal do Jalapão, onde fazemos uma parada para almoço. Depois, é só estrada de terra pela frente.

A estrada, na verdade, é de areia, coberta de terra para facilitar o trânsito. Para quem pretende ir com veículo próprio, é bom que seja um carro próprio para esse tipo de terreno.

Vimos alguns (poucos) carros circulando pela região, um deles com sérias dificuldades na estrada de terra que vai até Mateiros. Não há transporte coletivo entre as cidades.

Carro enfrenta dificuldades na estrada de terra rumo a Mateiros

O que eu recomendo é contar com o apoio das agências especializadas por lá. Eu sempre tive várias ressalvas a passeios em grupo, mas depois da Korubo revisei esse meu preconceito. 

O que eu não gosto mesmo são passeios em grupo mal organizados e guias desinteressados. Não é o caso da Korubo: os guias estão constantemente interessados em mostrar para você as belezas do local. Seja belezas grandiosas como a Serra do Espírito Santo ou pequenas belezas, como parar o carro em um cajueiro e distribuir cajus colhidos na hora para os passageiros.
Nesse primeiro trecho, quem nos acompanha é o excelente Manoel, que durante o trajeto vai dando informações sobre os locais de nosso trajeto.
Pequenos cajus oferecidos aos passageiros durante o primeiro dia

Portanto, meu primeiro receio em relação ao Jalapão, que estava relacionado à dificuldade de acesso, apesar de verdadeiro, não prejudicou a viagem. O trabalho da Korubo, desde o transfer do aeroporto até os veículos que circulam pelas estradas de terra do Jalapão, minimizaram esse desconforto. 

É certo que as distâncias são grandes e por vezes os trajetos são um pouco cansativos, mas viajar pelo cerrado é encantador. Além disso, o caminhão da Korubo tem 4 lugares na parte superior, que funcionam em esquema de rodízio, ideais para curtir a paisagem do cerrado, observar aves e curtir o céu azul. Por volta das 18h, dei a sorte de estar lá em cima e curti o primeiro pôr do sol no Jalapão.
Aliás, os momentos que passei no alto do caminhão da Korubo vão ficar para sempre guardados na memória.
Percorrendo as estradas do Jalapão e curtindo o visual do alto do caminhão: experiência inesquecível

DIA 1 – ESTRADA ATÉ O JALAPÃO, PONTE ALTA E SUSSUAPARA

Saímos às 8h da manhã de Palmas e por volta das 11h estávamos chegando em Ponte Alta para o almoço. Ali rola uma troca entre os caminhões e passamos para um veículo mais adequado para as estradas de terra e de areia que encontraríamos no decorrer da viagem.

Em Ponte Alta é o último ponto onde o celular e a internet funcionam, então é hora de dar uma última conferida nas mídias sociais e ter aquela sensação de que você irá sentir muita falta de seu Instagram e Facebook (será?). 

 

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O almoço foi bem simples e caseiro, uma delícia. É o nosso primeiro encontro com o guia Mauro, que iria nos acompanhar durante toda a viagem.
Parada para almoço e troca de caminhões em Ponte Alta, portal de entrada para o Jalapão
Depois, às 13h, chegamos no Cânion ou Cachoeira da Sussuapara. Depois disso, mais estrada. O que me entretinha no trajeto era a paisagem do cerrado e a vegetação que se modificava constantemente. Por incrível que pareça, você não sente muito calor no caminhão, já que viaja com as janelas abertas o tempo inteiro.

Outra coisa boa é que existem galões de água na frente, onde é possível se abastecer sempre que for necessário. A água estava sempre geladinha.

Chegamos já de noite no acampamento, e não foi muito legal chegar à noite em um lugar que você não tem muita familiaridade, e praticamente sem nenhuma iluminação. O uso de lanternas é essencial. De qualquer forma as instalações são excelentes, considerando o local onde estávamos, no meio do nada. 

Hora de conhecer a tenda, tomar banho e provar um jantar preparado pelo chef Nelson, no refeitório do Safari Camp, com caipirinha de cortesia. O jantar foi delicioso, com direito a sucos e sobremesa.

Refeitório onde o pessoal faz as refeições reunidos
Sobremesa simples, porém deliciosa no nosso primeiro jantar no Safari Camp

Ao final do jantar, Mauro nos prepara para o dia seguinte, contando tudo o que iremos fazer e o que levar para cada lugar. No caso da canoagem, por exemplo, itens essenciais são o saco estanque para colocar itens que não podem ser molhados e uma sandália ou tênis que possa ser molhado.

Todas as noites, o guia Mauro explica a programação para o dia seguinte e o que precisamos levar para cada passeio

Mas o que fica dessa experiência no Safari Camp é que, ao contrário de minhas preocupações, nem todo acampamento significa desconforto, noites mal dormidas ou conflitos com insetos. Quem diria que em localização tão inóspita, conseguiríamos dormir numa tenda com cama, banheiro e livre dos insetos.

DIA 2 – CANOAGEM NO RIO NOVO E PÔR DO SOL NAS DUNAS DO JALAPÃO

O dia começa sempre muito bem no Safari Camp, às vezes bem cedo. Melhor para aproveitar bem o dia. Depois de termos chegado à noite no dia anterior, pela manhã pude conhecer bem o acampamento e suas instalações.

Por falar em Rio Novo, é na prainha do Safari Camp que começa a canoagem do nosso segundo dia no Jalapão. O passeio é simplesmente delicioso, com alguns momentos de muita adrenalina.

Caiaques nos aguardavam no dia de canoagem pelo Rio Novo

O almoço foi no acampamento mesmo e depois ainda rolou um tempo para relaxarmos. O redário é o lugar ideal para dar aquela sonequinha depois do almoço.

O redário pode ser um gostoso lugar para relaxar, o único problema pode ser o calor
À tarde, fomos conferir o pôr do sol nas dunas do Jalapão, indicado por muitos como o melhor passeio do Jalapão. Como era de se esperar, os blogueiros fizeram vários registros do pôr do sol.
Como a ideia foi esperar o pôr do sol, acabamos voltando tarde para o acampamento, mas um delicioso jantar nos aguardava.
O prato da noite foi um peixe assado, acompanhado de arroz, farofa e tempurá. Delicioso. O jantar é acompanhado de duas opções de sucos gelados, inclusos no pacote. Quem preferir, pode pedir outras opções, como batidas, que serão cobradas no final da estadia.
Peixe com tempurá, jantar no segundo dia no Safari Camp

DIA 3 – FERVEDOUROS E CACHOEIRA DA FORMIGA

Vale a pena mencionar que acordar cedo no Safari Camp da Korubo é extremamente motivador. Eu odeio acordar cedo, mas por aqui acordei em três ocasiões para conferir o nascer do sol. Valeu a pena? Confira essas fotos e me diga se não é para pular da cama?

Amanhecer no Safari Camp da Korubo
Esse foi outro nascer do sol, igualmente imperdível

Um dos dias mais aguardados da expedição foi para conferir os famosos fervedouros, essas piscinas naturais onde é impossível afundar. O dia foi uma delícia só, visitando os Fervedouros da Glorinha, Soninho e a Cachoeira da Formiga.

No final do dia, a parada é em Mateiros, uma das cidades mais conhecidas do Jalapão. A parada é para conferir o artesanato do Capim Dourado, típico da região. Paramos na Casa do Artesão, onde existem inúmeros itens por preços bem menores do que encontrados fora daqui.

Essa também é a parada para poder ligar para os familiares. Aqui o sinal do celular volta a funcionar. Já o sinal da internet, nada garantido.

Mas outra opção de compra é no próprio Safari Camp do Jalapão. No refeitório, os produtos de artesanato são apresentados com etiquetas que identificam o nome dos artesões. Os preços são semelhantes aqueles da Casa do Artesão, em Mateiros.

Artesanato do Capim Dourado pode ser encontrado tanto em Mateiros como no Safari Camp

DIA 4 – TRILHA NA SERRA DO ESPÍRITO SANTO

Acordamos super cedo para fazer a trilha logo cedo para não sofrer tanto com o sol. O caminhão quebrou e tivemos que fazer a trilha à tarde. Houve uma tentativa por parte de algumas pessoas do grupo para mudar a programação para um passeio mais light, mas tanto eu como outras pessoas queríamos conferir o visual do alto da serra. Aliás, para mim era um dos dias mais esperados.

O pessoal da Korubo deixou o grupo livre para decidir, mas deixou claro que mesmo se apenas 1 pessoa quisesse fazer a trilha, eles teriam que fazer (já estava na programação do roteiro).

Portanto, fomos mesmo assim. A manhã foi livre, boa parte do grupo aproveitou para fazer uma trilha bem leve dentro do acampamento, sempre tangenciado o Rio Novo. Depois, o programa era sempre um banho de rio.

Pessoal curte o rio na prainha do Safari Camp

Saímos afinal para a trilha, por volta das 15h30. No caminho, uma paradinha para conferir outro trecho do Rio Novo, dessa vez bem mais movimentado do que aquele dentro do acampamento. Os mais corajosos fizeram um mergulho.

A trilha, como esperado, foi difícil, não tanto pelo calor, já que o tempo estava semi nublado, mas pelas pedras soltas, que tornam o caminho sempre arriscado. Chegamos um pouco tarde no alto da serra, e o tempo passou muito rápido, tanto que tive que correr outros 3 km no alto da serra para conferir o pôr do sol.

O legal da trilha é que fomos acompanhados por mais de 1 guia da Korubo, ou seja, havia um seguindo na frente abrindo o caminho pdara os mais bem preparados, e 1 guia no final da trilha acompanhando aqueles que demorarem mais. Dessa forma, ninguém fica desacompanhado.

Voltamos pregados para o acampamento, mas ninguém queria perder a noite de fogueira no nosso último dia de Safari Camp. Sentamos todos em volta da fogueira e ouvimos histórias do nosso guia Mauro.

Pessoal em volta da fogueira

DIA 5 – RETORNO PARA PALMAS, CACHOEIRA DA VELHA E PRAINHA

Grupo reunido no nosso último dia de volta, retorno para Palmas

Infelizmente, era hora de ir embora do Safari Camp da Korubo no Jalapão. Todo mundo se despediu da sensacional equipe da Korubo, que transformou essa em uma das viagens em grupo mais legais que eu já fiz.

Mas ainda tinha algumas atrações pela frente. No caminho de volta para Palmas, fizemos duas paradas.

A primeira foi na Cachoeira da Velha. O volume de águas impressiona, do mesmo Rio Novo que no acampamento era tão tranquilo, agora virava uma queda de água fantástica. Infelizmente, não dá para tomar banho por aqui, devido a força das águas, mas é possível percorrer vários caminhos para conferir a cachoeira de diferentes ângulos.

Chegando na Cachoeira da Velha, através de uma passarela suspensa
Jalapão - Cachoeira da Velha
Incrível queda d’água na Cachoeira da Velha
Mais um ângulo da cachoeira

Depois de visitarmos a Cachoeira da Velha, foi a vez de curtir a Prainha, que fica bem perto. Tem uma trilha até lá, mas fomos pelo caminhão da Korubo.

O local é paradisíaco, as águas do rio Novo novamente se transformam e ficam bem tranquilas, formando uma praia de areias claras e transparência. Aliás, paraíso é mesmo o que a gente lembra do local, tanto que por sua natureza praticamente intocada a Prainha foi uma das locações escolhidas pelo filme “Deus é Brasileiro”, com Antônio Fagundes.

Aliás, o estado de Tocantins tem incentivado a produção cinematográfica, pelos dias iluminados, povo receptivo e especialmente por seus lindos “cenários” naturais.

Prainha, quem diria que depois da Cachoeira da Velha, o Rio Novo ganharia águas tão tranquilas

Logo após a Prainha, o pessoal da Korubo preparou um lanche reforçado delicioso, com tortas salgadas e bolo, acompanhados do já básico suco bem gelado.

E depois de comer, foi hora de botar o pé na estrada novamente. A viagem de volta pareceu mais longa, provavelmente por já estarmos cansados, mas contou novamente com parada em Ponte Alta para troca de caminhões.

Quando chegamos em Palmas, foi a hora de retomar contato com a internet e as linhas telefônicas.

Por incrível que pareça, tive até preguiça de voltar a usar as redes sociais e o telefone. Todo aquele isolamento de comunicação no Jalapão permitiu uma ligação mais direta com o lugar que estávamos visitando, sem a preocupação/ocupação de postar cada momento no Facebook ou no Instagram. E lógico, proporcionou uma paz que a internet às vezes nos rouba. 

O pessoal do Adventure Bloggers se rueniu e saímos para jantar com o nosso super amigo do blog Dudu Afora, que além de nos acompanhar por uma gostosa caminhada pelo centro de Palmas, ainda nos preparou um kit com um ótimo material turístico do Tocantins (foto à direita). Valeu Dudu!!!

Depois, rodamos pelo centro atrás do Centro Geodésico do Brasil, que fica na ala norte do Palácio Araguaia. No piso em torno do centro, está uma Rosa dos Ventos e referências a etnias indígenas do Tocantins.

Centro Geodésico do Brasil, situado em frente ao Palácio Araguaia

DIA 6 – PALMAS E RETORNO

Último dia de viagem, ainda aproveitamos para conhecer melhor a Praça dos Girassóis, um complexo de prédios públicos como o Palácio Araguaia, o monumento em homenagem a Coluna Prestes e o Centro Geodésico do Brasil. Tudo sob um calor intenso, por isso aproveitamos a caminhada no horário mais cedo possível.

Flores na Praça dos Girassóis

Depois aproveitamos um pouco da piscina da Pousada dos Girassóis e o pessoal começou a ir embora em seus respectivos vôos. Foi chegando a hora de eu ir embora e aquela saudade gostosa de tudo o que foi vivido. Com certeza, guardo ótimas recordações do Jalapão, de todas as minhas expectativas e preocupações como o isolamento, a possível falta de infraestrutura e a ausência de comunicação, se transformaram numa adorável experiência no coração do Brasil.

Uma viagem ao coração do Brasil, foto do Centro Geodésico do Brasil
O Viagens Cinematográficas viajou a convite da Korubo Expedições, dentro do projeto Adventure Bloggers, mas as opiniões aqui expressas representam a nossa livre opinião e baseadas em nossa experiência no local. 

© 2013 Fabio Pastorello. Todos os direitos reservados. A reprodução de textos e/ou imagens não é permitida sem prévia autorização do autor.

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Fabio Pastorello

Editor do Viagens Cine, fotógrafo e videomaker. Curte cinema e leva a vida e as viagens com toques de romance, drama e aventura. Formado em Letras, ex-bancário e muito mais feliz como blogueiro de viagens.

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