Florianópolis: 10 Melhores Fotos em Floripa

Em 2014, uma das nossas primeiras viagens do ano foi para Florianópolis. Gostaríamos de ter escrito mais sobre essa viagem, mas não deu, então antes que o ano acabe, gostaria de compartilhar os nossos melhores registros da ilha.

Pelas fotos, você também poderá ver os principais pontos turísticos de Floripa e o que tem de melhor para se fazer por lá. Nosso enfoque é sempre o que nós fizemos, o que infelizmente não abrange tudo o que há para fazer por lá.

Também vamos deixar algumas dicas de como fotografar melhor a ilha, como os recantos onde as fotos rendem melhor.

O importante é que Florianópolis é um lugar incrível que não cansamos de retornar. Espero que curtam as fotos e nossas dicas. E não deixem de comentar no final do post qual a sua fotografia predileta e que lugar ainda precisamos conhecer por lá.

Florianópolis: As 10 Melhores Fotos…

… Praias e Coisas que Fizemos em Floripa

de 

A Ponte Hercílio Luz é um dos cartões postais de Floripa: saiba qual o melhor ponto para fotografá-la

1 – Ponte Hercílio Luz

Para fotografar a ponte, caminhamos até a Avenida Beira Mar Norte (na altura da Rua Felipe Schmidt) e fomos em direção da ponte. Todas as dicas eu peguei no blog Meus Roteiros de Viagem, o Diego tem um post específico de quais os melhores lugares para fotografar a ponte, além de ser o blog mais completo sobre esse destino.

Vista da Ponte Hercílio Luz a partir do calçadão da Beira Mar

Pessoalmente, eu não curto muito a vista da Praça Hercílio Luz (um dos mirantes de Floripa), pois acho a vista poluída por fios, postes e o entorno que não é muito agradável visualmente.

Por isso, fomos caminhando pelo calçadão, que também é usado para o pessoal fazer exercícios. São os corredores que garantem o movimento, fora isso não há muita gente, portanto melhor não ir muito tarde.

Visualizar mapa no Google Maps

Finalmente chegamos no trapiche da Scuna Sul, ao lado do restaurante Pier 54. A vista é sensacional (vide foto no início do post).

No calçadão, aproveite também para tirar uma foto com esse letreiro “Sou Bem Floripa” todo colorido

2 – Praia do Santinho

Quando chegamos em Floripa e como estávamos no centro, privilegiamos curtir as praias do litoral norte da ilha. Uma das praias que mais gostamos foi a Praia do Santinho, onde também fica aquele famoso resort com o mesmo nome da praia.

Da praia mesmo já é possível tirar belas fotos, mas se você caminhar para a esquerda, há um morro super facinho de subir e de onde é possível tirar fotos panorâmicas da praia. De cima, as praias ficam ainda mais bonitas. De lá também é possível avisar a Praia dos Ingleses.

Uma pena que quando chegamos lá o tempo deu uma nublada.

O incrível mar da Praia do Santinho, cercada por um morro e uma bela vista

3 – Praia dos Ingleses

Mesmo em uma das praias mais movimentadas de Florianópolis, como a Praia dos Ingleses, existem alguns barcos de pescador. Eles podem ser vistos em várias pontos da ilha, o que traduz bem o espírito de Floripa. Apesar de ser a capital de um Estado, a cidade tem esse estilo rústico e praiano que nos é tão querido.

Um barco de pescadores na Praia dos Ingleses:movimentada e rústica ao mesmo tempo

4 – Praia da Armação

Uma das minhas praias prediletas de Floripa é a Praia da Armação. Para chegar nela, pegamos um ônibus a partir do TIRIO – Terminal de Integração Rio Tavares. No caminho, existem pelo menos 4 praias que você pode conhecer: Campeche, Armação, Matadeiro e Pântano do Sul.

Essas são só as principais, também já conheci a Praia da Solidão e Praia da Lagoinha do Leste, mas não nessa viagem.

O meu trecho predileto na praia é um morro que fica entre a Praia da Armação e a Praia do Matadeiro, acessível por um trapiche. O morro tem uma grama bem verde e muitas pedras, que rendem ótimas fotos.

Ainda no esquema pescador, tiramos essa foto com a GoPro mostrando o verde do local e uma rede de pescador abaixo de nós.

Cleber e eu com a Praia da Armação ao fundo e uma rede de pescadores

Aqui também é onde se pega o barco para a Ilha do Campeche, passeio que queríamos ter feito, mas não rolou. O entorno de onde se pega os barcos também rende belas fotos, para variar dos barcos de pescadores e de suas cores.

Ponto de embarque para a Ilha do Campeche

5 – Praia do Matadeiro

Para chegar até a praia do Matadeiro, só a pé mesmo. É preciso atravessar um rio e depois fazer uma pequena trilha. A “dificuldade” de acesso (nem é tanta, mas tem gente que só vai em praia em que pode estacionar pertinho) garante um clima mais selvagem e também um público mais descolado. Foi a praia que escolhemos para passar o resto do dia.

A praia tem esse nome porque antigamente era local de matadouro de baleias, para uso do óleo, carne e barbatanas. De matadouro, acabou virando matadeiro. Fonte: Guia Floripa

Acessível apenas a pé, Matadeiro é uma praia mais reservada, mas não menos ocupada

6 – Praia do Pântano do Sul

Os barcos também dominam a praia de Pântano do Sul. A praia em si não gostamos muito (não curto praia onde os carros podem entrar, aliás o oposto da Matadeiro), mas fomos almoçar no Bar do Arante, que fica bem em frente ao mar e possui uma curiosidade.

O restaurante é todo decorado com papéis, na realidade bilhetes que os frequentadores deixam por ali, contando como foi a experiência de cada um não somente no restaurante, como também na ilha. A tradição teria começado na década de 70 com mochileiros. São mais de 70 mil recados. Imagina como deve ser difícil limpar esse lugar.

O bar e restaurante é um lugar bem interessante e curioso, onde também se pode provar pratos típicos de Floripa, uma cachaça de cortesia e que também guarda alguns costumes açorianos.

Recados pendurados no teto e nas paredes criam o clima no Bar do Arante, em Pântano do Sul

7 – Praia da Joaquina

No dia seguinte, já mudamos de hospedagem para o Hotel Hola (nos primeiros dois dias tínhamos ficado no Ibis, no centro), que fica bem em frente ao TILAG (Terminal de Integração da Lagoa). O hotel é bom, mas achamos um pouco caro. Preço de janeiro, fazer o quê.

Fomos curtir a praia mais famosa de Florianópolis, não somente por suas dunas, mas pelo mar bravo que atrai muitos surfistas: a praia da Joaquina.

Nosso primeiro destino foi justamente subir até as pedras, na lateral esquerda da praia e ver a vista lá de cima, que aliás é espetacular.

Vista da Praia da Joaquina do alto das pedras

Também rolou uma foto coletiva das meninas e do Cleber fazendo postura de yoga nas pedras.

Cleber e as meninas fazendo postura de yoga nas pedras

E lógico, um banho de mar. Com a GoPro em mãos, as fotos ficaram ainda mais divertidas. Para conseguir algumas fotos espontâneas, deixamos a câmera no modo de Lapso de Tempo, que vai registrando várias fotos em intervalos de tempo que você define. No final das contas, algumas saem bem legais.

Enfrentando as ondas na Praia da Joaquina

8 – Praia Mole

Se a Praia da Joaquina é lotadíssima, na Praia Mole o esquema é um pouco mais tranquilo, mas o pessoal interessante está lá e vale a pena relaxar em uma das estilosas barracas da praia. Nós escolhemos o Barraco da Mole, e ao contrário do que se pensa para uma barraca em frente ao mar com espreguiçadeiras, as coisas não eram muito caras.

A Praia Mole é um dos principais points gays da cidade e o pessoal se concentra na Barraca da Deca, que fica no canto esquerdo da praia, no caminho para a Praia da Galheta. Quando chegamos por lá o esquema estava ainda tranquilo, mas depois rola uma música eletrônica em uma pista de dança.

Duro mesmo é caminhar na praia, que tem a areia bem fofa, o que justifica o nome do lugar.

Surfista na Praia Mole

9 – Praia da Galheta

Se a Praia Mole já não era tão movimentada quanto a Joaquina, o negócio fica realmente bom na Galheta, a famosa praia de nudismo de Florianópolis. Tranquilidade pura. E o nudismo não é obrigatório, faz quem quer.

Para acessá-la é preciso fazer uma pequena trilha de uns 15 minutos, o que garante o fato de ser mais reservada. É ótima para dar uma relaxada e, quem sabe, fazer nudismo.

Após o período inicial de vergonha, você sente uma liberdade de verdade. Vale a pena experimentar. Como a praia é bem extensa, dá pra ficar pelado tranquilamente sem ninguém por perto. Obviamente, não rolou nenhuma selfie. Cuidado com as fotos, você não pode expôr os frequentadores.

Praia da Galheta, a praia de nudismo de Floripa: bem extensa, dá para ficar pelado sem ninguém por perto

10 – Sequência de Camarão

Para encerrar, procure comer uma sequência de camarão, prato típico em Floripa. A sequência do Chef Dedé Beach Bar, na Joaquina, é formada por 3 tipos de camarão em grande quantidade, dá para matar a vontade de camarão por uns bons meses. Uma delícia. Na praia então, sonho de consumo.

Sequência de camarão, pra matar qualquer vontade

Entre as coisas que deixamos por conhecer, ainda ficaram a Ilha do Campeche e a trilha da Lagoinha do Leste (minha papete quebrou e achei que seria complicado fazer a trilha sem ela). E para você, quais são os lugares imperdíveis para nós visitarmos da próxima vez?

Confiram também nosso post em que eu comento com mais detalhe as praias do litoral norte de Florianópolis.


Diário de Viagem de Florianópolis:

Praias do Litoral Norte

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Fabio Pastorello

Fabio Pastorello

Editor do Viagens Cine, fotógrafo e videomaker. Curte cinema e leva a vida e as viagens com toques de romance, drama e aventura. Formado em Letras, ex-bancário e muito mais feliz como blogueiro de viagens.

5 comentários

    1. Não é cara não Juliana. O problema é que em geral é melhor para 2 pessoas. O Cleber é alérgico e não pode comer, então eu nunca conseguia pedir sozinho. Pelo que me lembro, custa em média R$ 40,00 ou R$ 50,00 por pessoa. Abraços.

  1. QUANDO FOR A FLORIPA NOVAMENTE, NAO DEIXE DE IR PARA A PRAIA DA BARRA DA LAGOA, EXCELENTE LUGAR, CALMO E GOSTOSO, UM OTIMO LUGAR PARA SE HOSPEDAR É NA RUA ORLANDO CHAPLEIN N° 58, FICA BEM PERTO DO PONTO FINAL DO ONIBUS, OU UM PONTO ANTES.
    LA A PRAIA É BOA, TEM A PRAINHA E UMA TRILHA QUE LEVA ATE UMAS PISCINAS NATURAIS, HA TAMBEM UM CANAL.
    FLORIPA É SHOW, MAS SE DESEJAR CONHECER ALGUMAS DAS PRINCIPAIS PRAIAS, NAO DEIXE DE ALUGAR UM CARRO, PORQUE AS PASSAGENS SAO CARAS E SE PERDE MUITO TEMPO ANDANDO DE BUS.

    1. Oi, Danylo. Obrigadão pelas dicas. Nós conhecemos a Barra da Lagoa, é um lugar legal mesmo na ilha, mas não está entre os meus preferidos por lá. E alugar carro é realmente essencial, nossa fomos uma vez sem carro e perdemos muito tempo nos ônibus e nas baldeações entre os terminais. Abraços.

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